Arquivo

Archive for the ‘A Morte’ Category

Astrologia Karmica: Morte ou Imortalidade?

fevereiro 23, 2012 Deixe um comentário

De que lado você está? Daqueles que acreditam em vida única e que depois da morte tudo acabou, ou daqueles que sabem que já viviam varias vezes e que vão voltar ainda muitas vezes?

A imortalidade começa exatamente com o segundo grupo, pois estas pessoas já têm a consciência necessária para seu crescimento espiritual e sua evolução em direção as dimensões mais altas. A final, tudo apenas é uma questão de enxergar a realidade verdadeira e deixar a cegueira atras de si.

Esta abertura pode acontecer em varias formas, mas ela tem algo a ver com o desenvolvimento do corpo emocional que na maioria das pessoas está completamente subdesenvolvido. Partindo do ponto de vista que apenas há uma única energia Divina que se chama amor e que somente nós, os seres humanos, vivem sempre os 2 lados opostos neste planeta, as pessoas com o corpo emocional não bem desenvolvidos, vivem na regra mais o lado negro das coisas.

O oposto do amor não é o ódio, como se acha normalmente, mas o medo, que cria o ódio, a raiva, a violência, a ganância, a falta de ética e todas as outras qualidades que nós chamamos maus. Porém, se tudo é de Deus, então as coisas maus também são Dele. O caminho ideal é o caminho do meio, como entre frio e quente há a temperatura morna.

O que uma pessoa vai viver durante uma vida, frio, quente ou morno, depende do seu karma de outras vidas e correspondentemente da sua qualidade de vibração e radiação, da sua freqüência, da capacidade da sua ressonância. Isso vale para todas as áreas visíveis e invisíveis da vida, especialmente quando uma pessoa aumentou sua faixa de percepção, como a abertura do sexto sentido, também chamado o terceiro olho ou a terceira visão.

Quem não a tem, não pode imaginar o que é, mas para a pessoa que a ganhou, parece um milagre de enxergar de repente algo absolutamente real que antes não existia.

O nosso ambiente, na verdade, é o espelho, em que ele enxerga e experimenta apenas a si mesmo. Ele nunca pode enxergar algo diferente, porque ele apenas consegue filtrar aquilo com que sente uma afinidade. Que não se conscientiza deste fato, provavelmente vai cometer muitos erros do tipo acima descrito do lado oposto do amor.

Na verdade, estas pessoas sempre lutam contra si mesmo sem perceber que esta é a fonte de todo o sofrimento. Mas assim, como vale para os lados negros da vida, também vale para tudo que é positivo.

Esta luta, porém, já se tornou tão comum que as pessoas não apenas lutam contra algo, mas também em favor de algo, paz, justiça, saúde, humanidade e outras coisas, sem perceber que ainda se trata de luta. Seria melhor de estabelecer a paz dentro de si mesmo, em vez de continuar lutando, pois a ressonância e afinidade são muito mais eficiente. Quem muda sua afinidade, muda sua freqüência e consequentemente recebe um outro programa de um outro ambiente mais pacifico.

Cada um deveria se perguntar: Porque acontece aquilo comigo e agora? Quem não faz estas perguntas, também não recebe as respostas certas.

Quem não, pelo menos, considera a reencarnação possível, nunca sairá da sua vida e morte única! Somente tentando evoluir e crescer espiritualmente pode ganhar a vida eterna e sua imortalidade infinita.

Entre nós, eu acho a reencarnação fantástica e confortante, especialmente para gente que já conhece algumas das suas vidas passadas, e pode comparar situações difíceis vividas no passadas que se repetiram em outras vidas e foram resolvidas de outra e melhor forma.

Nenhum juiz pode ser mais justo e também mais cruel conosco mesmo do que nosso juiz interior, nossa consciência, porque ela requer reviver situações já vividas e não bem resolvidas para sair na próxima vez melhor. Pode confiar que sei do que estou falando.

Imagina você mesmo se reencontrando na vida futura!

Imagem: rudyrafael.wordpress.com,

A Morte… uma grande Ilusão?

fevereiro 12, 2012 Deixe um comentário

Do ponto de vista kármico e da Astrologia Karmica de Reencarnação, cada um escolhe seu próprio destino e evidentemente sua morte e também o momento exato de morrer.

Isso necessita uma explicação: esta escolha não é feito agora ou pouco antes da morte, mas muito antes mesmo, exatamente antes de reencarnar e ainda numa outra dimensão. E a morte também não e prevista ou planejada em termos de quantidade de tempo, quer dizer numa data certa, mas pela qualidade do tempo, quando certos princípios arquétipos entram em ação.

A morte, ou melhor a desencarnação, recente, repentino e aparentemente prematura de algumas pessoas famosas e queridas, como Daniel Piza (46), Steve Jobs (56), Wando (66) e Whitney Houston (48), entristece as pessoas e é a razão de pensar sobre o próprio destino. O que vai ser? Como eu vou morrer? Existe apenas uma única vida?

Vale a pena de repetir dizer que o acaso, a coincidência, não existem. Somente existe o destino e a reencarnação e a volta muitas vezes ainda. Nos não somos corpo e mente que tem uma alma, nos somos a alma, o espirito que possui o corpo e a mente e quando desencarnamos, não morremos, pois nosso alma é eterna e mantem a consciência e tudo que já aprendemos em centenas de reencarnações. O que morre e o que deixamos para trás, é nosso corpo físico, o que não pode ser confundido com nosso EU.

Uma morte prematura, normalmente envolve razões kármicas e tarefas kármicas. Para resolver um karma de vidas passadas e evoluir, as almas escolham certas tarefas e provas para superar. Digamos, alguém que tinha numa vida anterior problemas com algum tipo de vicio, vai escolher algo similar para superar este vicio nesta vida. Quando não consegue suficientemente e para não criar mais karma com mais peso, ele se desliga ou sera desligado por seres superiores. Existem milhares de razões diferentes que ninguem conhece e nunca vai saber.

Claro, que os parentes e outras pessoas sentem a falta do desencarnado e ficam tristes, mas o desencarnado, provavelmente no mesmo momento de partir, vai sentir um grande alivio e até felicidade de estar agora livre sem seu corpo limitado.

Agora, ele apenas é consciência e sabe exatamente que tem que se preparar logo para uma nova reencarnação e atacar de novo seu antigo vicio, desta vez com mais força e mais decisão.

É importante saber que, quando “morremos” aqui, renascemos em uma outra dimensão e se nascemos aqui, “morremos” .

Imagem: araltondoamanhecer.blogspot.com,

Astrologia Kármica, Reencarnação, Doação de Órgãos…

setembro 20, 2011 2 comentários

Qual é o elo de ligação? É muito simples. Desde o nascimento, tudo que a alma quer ganharé experiencia e consciência para evoluir espiritualmente. A palavra chave para tudo é consciência. Afinal, a própria alma é consciência e isso também é tudo que o ser leva mais tarde para o além.

Porque é tão importante de morrer em paz e porque este processo leva tempo e também deve levar algum tempo? Porque a morte aqui neste mundo significa o nascimento numa outra dimensão. Um bebê que vai nascer no nosso mundo – e morre – também não nasce no vapt-vupt, como todas as mães sabem.

A mesma coisa acontece quando vamos nascer no outro mundo, o que significa morrer aqui. Não é simples e muito compreensivo? Por esta razão morrem os órgãos também devagarzinho conforme o suave e demorado desligamento do cordão de prata.

Veja um exemplo da minha própria experiencia. Em 1991 morreu minha mãe e eu somente consegui me despedir dela 24 horas depois, pois estava viajando quando ela desencarnou. Evidentemente, o filho chorou pela “morte” da sua mãe, mas ao mesmo tempo o esotérico e astrólogo kármico de reencarnação queria ver com os próprios olhos o cordão de prata para ter certeza se a alma da mãe ainda estava presente ou não.

Então, eu consegui ver realmente o que é o cordão de prata, uma ligação do corpo, já completamente em estado de “morte cerebral” e muito além disso, porem a alma ainda estava flutuando encima do seu corpo. Dos dois lados não vi nada, mas da cabeça para os pés e vice verso vi algo como o fino fio de fumaça de um cigarro, mas ainda muito mais fino e, que surpresa, ainda se mexendo devagarzinho. De repente vi também o rosto da minha mãe um pouco acima do seu corpo. Fiquei muito feliz de poder explicar tudo que aconteceu e para onde ela ia se dirigir. Ela nunca acreditou em reencarnação, mas agora reconheceu a verdade que “morreu”, mas não estava morta!

Nos tivemos mentalmente uma longa conversa, mas tudo o que ela falou e perguntou era a voz típica da minha mãe que soava em minha cabeça. Durante alguns dias, ela apareceu varias vezes para mim e sempre estava acompanhada de seres de luz.

Somente há uma única exceção de uma morte instantânea: a perda repentina e total do sangue. Nesta caso o cordão de prata se rompe rápido e definitivo. Conheço bem este estado de uma vida passada. A primeira impressão era de confusão total. Eu flutuava numa neblina sem saber quem era e o que aconteceu. Não sei, quanto tempo levava, mas devagarzinho voltou a memoria, lembrei de quem era e onde e o que aconteceu. A neblina se foi e eu vi meu corpo já completamente morto e dilacerado por uma bala de canhão. Não existia mais nenhuma ligação com ele e meus sentimentos a respeito dele não era mais do que para um par de sapatos velhos e cheio de buracos.

Cada um que está andando no caminho espiritual pode se chamar Pesquisador da Verdade, pois isso é a única coisa que interessa, porque a verdade liberta. E isso inclui qualquer coisa da vida, relacionamentos com seres humanos, animais e natureza, vidas passadas e karma, doação de órgãos,alimentos e suas substâncias tóxicas, remédios e a industria farmacêutica, produtos que provocam doenças, políticos corruptos, etc., etc. Simplesmente tudo que não combina com a Ordem do Universo e o Amor e os Mandamentos de um Bom Deus.

Imagem: rebekafelicianoq.blogspot.com,

A dolorosa verdade da doação de órgãos (Final)

setembro 17, 2011 Deixe um comentário

Pensa um pouco. No nosso país dos governos e políticos tão corruptos, onde existe reconhecidamente o pior sistema de saúde publica, qual é o interesse dos governantes de fazer tanta propagando para a doação de órgãos? Isso não é pelo menos suspeito diante da situação catastrófica dos hospitais e a passividade dos responsáveis quando milhares de doentes, recém nascidos, jovens e velhos, morrem diariamente sem atendimento?

Cada um pode pensar o que quiser, mas quem acredita em razões humanitárias, como eles nos querem fazer crer, deve ser muito ingênuo. Há sim grandes interesses, especialmente financeiras, na parte daqueles que levam vantagem; as razões humanitárias ficam com os doadores e seus parentes que são facilmente convencidos em seu luto de fazer uma ação boa para os deploráveis necessitados de algum órgão novo.

E as pessoas, que por alguma razão se declaram orgulhosamente de doadores de órgãos, não tem a minima ideia o que isso significa para eles mais tarde quando eles morrem repentinamente por alguma razão desconhecida. Acontece que muitos deles podiam se recuperar, mas, dependendo de alguns médicos e da equipe de açougueiros, responsáveis pela retirada dos órgãos, rapidamente são declarados mortos cerebrais e isso quer dizer oficialmente morto-morto, mesmo quando isso não é o caso. Alias, uma pessoa somente pode estar morta, quando não corre mais o sangue pelas veias e nenhum órgão mais está vivo, pois a alma ainda está ligada ao corpo com o cordão de prata.

Enquanto ainda tem os órgãos vivos – e em condições de transplantar – a morte ainda não se realizou verdadeiramente e o aparente “morto” ainda se encontra na “fase de morrer”, quer dizer ainda vivo!

Claro, um corpo jovem e saudável pode valer ate 500.000 Dólar para alguns espertos que agem neste ramo. Imagine, quantos motoqueiros jovens e saudáveis “morrem” diariamente no nosso país e são rapidamente dilacerados e desmanchados como se fossem carros velhos, com ou sem a autorização dos parentes.

Um único órgão vai para um feliz necessitado da fila oficial… e o resto? Cada corpo tem tanto material valioso e útil…, alem dos outros órgãos, tem ossos, pele, tecidos etc. Depois tudo, especialmente os preços, depende da oferta e demanda e procede num tipo de leilão! Sabia?

Mas também não deve surpreender no nosso paraíso dos corruptos, onde a maioria dos alimentos contem substâncias toxicas, onde protetores de sol provocam câncer, onde os dentistas ainda colocam metal pesado (mercúrio) nos dentes dos pacientes, onde água da torneira e água mineral contem Flúor (toxico), onde é comum de usar Aspartame (toxico) como adoçante e em mais de 3.000 alimentos, etc, etc. E onde tudo mundo acha isso normal e ninguém reclama.

Quem – diante deste quadro – se interessa, se um doador de órgãos já morreu ou não para retirar seus órgãos, se ele sofreu ou não, se ainda está ligado com seu cordão de prata ou não…? O que interessa, é o lucro que alguns podem fazer, fingindo, alias se vangloriando, que se trata de um avanço da medicina e uma boa ação de dar ao receptor uma “nova vida”.

E a industria farmacêutica também está jubiloso, pois vende muitos remédios caros para manter os receptores vivos.

Igreja, medicina oficial e os poderosos deste mundo novamente unidos e o resto do mundo se f……..

Imagem: rccdecastanhal.blogspot.com,

Categorias:A Morte, Astrología e Horóscopo, Manipulação, medicina, POLÍTICA Tags:, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Sobreviventes de doação de órgãos e a morte (10)

setembro 12, 2011 Deixe um comentário

Como se sentem os receptores dos órgãos?

A escritora Claire Sylvia escreveu sobre pessoas com órgãos transplantados e seus sentimentos:

…impossível de descrever o terror, sentimentos de culpa e devastação, primeiro ser dilacerado e depois remontado. Muito tempo estava paralisado, perturbado e em panico de tanto medo…”

… Estou de saco cheio de sempre ouvir que sorte eu tenho de viver ainda! Eu estou muito, muito mal. Ainda tento de superar o momento, quando me faltava força para morrer…”

… Estou fingindo que vou bem. Na verdade queria me suicidar…”

… Nunca antes senti panico de estar fechado dentro de uma sala…”

… estou sentindo um corpo estranho dentro de mim, uma presença de alguém outro…”

…Sinto o doador perto de mim e que ele neste sentido ainda está vivo…”

Apos de receber um rim uma mulher mudou completamente seu comportamento. Antes era tímida e fechada, agora se tornou agressiva e se interessa de repente por esportes de luta. Ela declarou: “Vivo uma nova vida estranha, pois sinto o doador me mandando.” O doador tinha 18 anos e morreu de um acidente com uma arma de fogo. Ele amava artes marciais.

Dr. Bruno Cortis da Universidade Illinois explica: “Trata-se de Síndrome de Memoria Celular. Não somente o cérebro tem estas células, mas também células de rins, coração e outros órgãos. Assim, preferencias, gostos e desgostos podem ser transmitidos com os transplantes.”

E o que diz a Igreja Cristã sobre estes fatos?

Os sacerdotes intelectuais rejeitam qualquer testemunho nesta direção, pois o resultado seria a perda total de poder sobre as pessoas! Por que preciso de um sacerdote, se há ensinamentos sobre reencarnação? Por esta razão, a Igreja não quer saber dos ensinamentos primordiais de reencarnação.

Um adolescente escreve sobre seu desespero e desejo de morte: “Eu queria aceitar minha morte, mas não tinha a força de convencer meus pais. Não queria destruir suas esperanças, mas agora não tem mais alternativa: não quero mais apostar numa vida falsa! Quero meus órgãos e devolver os do doador ao doador! Quero salvar o doador em sua morte!”

A lista dos problemas psíquicos é longa e se aumenta ainda pelos problemas físicos, como a rejeição dos órgãos pelo sistema imunológico do receptor. Eles morrem em conseqüência de infeções, hepatite e outras doenças que vieram com os novos órgãos

Continua com os testemunhos dos sofrimentos terríveis dos desencarnados!

Imagem: aptransplantacao.no.sapo.pt

Categorias:A Morte, Astrología e Horóscopo, medicina Tags:, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Testemunhos de doação de órgãos e a morte (9)

setembro 9, 2011 Deixe um comentário

Como se sentem os receptores dos órgãos?

Espanha: Receptores de órgãos relatam que se sentem como duas pessoas. Dez pessoas contaram suas historias:

Eu não sei como se sentem meus colegas, mas eu me sinto se tivesse duas pessoas dentro de mim. O mais surpreendente era que peguei uma verdadeira vontade incontrolável de andar de moto, coisa que nunca senti antes. Perguntei meu medico como morreu o doador do meu coração e ele falou que foi um acidente de moto.”

Um outro falou: “Sinto uma simpatia tão forte com a família do doador se fosse minha própria.”

Martin respondeu as perguntas como segue: “Fisicamente me sinto muito bem, mas psiquicamente… Ainda após 6 anos sinto algo indefinível… se não estivesse sozinho. Algo sempre me acompanhava. Especialmente a noite pensei: ele se estica demais na cama. Fiquei sabendo que não fui o único que sentia estas alucinações. Mas não são alucinações… é tudo real.

Uma senhora com um novo coração relatou: “Me sinto se o mundo continua rodando, mas parece que eu não participo.”

Porque ainda estou aqui?” perguntou um outro receptor de coração.

Seria possível que o relógio da vida parou e a alma não tem mais planos e objetivos nesta vida?

Uma senhora dos EUA, Claire Sylvia,com um novo coração sentiu de repente vontade de comer coxa de frango com cerveja, coise que ela antes detestava. Também sua cor preferida mudou de azul para verde. Logo depois do transplante, ela começou a sonhar com um homem com as letras T. L. e sentiu inspirar seu corpo. Mais tarde, ela descobriu que o nome do doador começou com estas letras e que ele tinha exatamente este gosto de comida e cores.

A partir de um certo momento, ela sentiu a alma do Tim, o doador, continuando vivendo dentro de si. Finalmente, ela sonhou da reconciliação com o doador e relatou: “Nos beijamos e eu senti que ele entrou em mim com cada inspiração. Neste momento eu sabia que Tim sempre vai ficar comigo.”

A partir deste momento, ele sentia que recebeu uma nova vida e que os novos órgãos realmente pertenciam a ela, porem… a alma do Tim também ficou perto dos seus órgãos. A situação lembrava de gêmeos siameses que compartilham órgãos deste o nascimento. Agora ela sentia a força do Tim, porem também sua inquietação e perdeu em seguida sua vontade de cozinhar, algo que ela sempre gostou muito.

Mas existem relatos bem mais dramáticos sobre sofrimentos cruéis dos doadores!

Continua.

Imagem: cabecadecuia.com

Doação de órgãos e a Morte (8)

setembro 7, 2011 Deixe um comentário

Se deixamos o lado econômico ao lado, o que acontece com os doadores que se ofereceram voluntariamente para doar seu órgãos? E como se sentem os receptores dos órgãos?

A retirada dos órgãos significa um sofrimento cruel e insuportável para o doador, pois o corpo do “morto” não pode estar morto, porque caso contrario, os valiosos órgãos também estariam mortos. Esta é a cruel verdade!

Com equipamentos complicados, mas artificiais, os doadores são mantidos “vivos” e ao mesmo tempo não pode acontecer a separação da alma do corpo, porque o cardão de prata segura a ligação e transmite qualquer dor. Infelizmente não existem aparelhos para medir a dor sofrida pelo doador, que não tem condições de se mexer e defender. Esta é a triste realidade.” (Gabriele: Cada um morre sozinho.)

A doença mental dos receptores dos órgãos doados

Alexandre, um jovem receptor de coração e pulmão causou em pouco tempo 2 acidentes de carro. Na segunda vez ele tinha de quebrar os vidros para sair do carro em chamas. Ele não teve nenhum choque e relatou depois friamente, se não fosse ele que quase morreu:

Não tive medo, simplesmente tinha que correr muito.”

Elisabeth Wellendorf – que escreveu o livro: Viver com o coração de um outro – se lembrou que Alexandre recebeu os órgãos de um jovem motoqueiro e pergunta:

Qual é a ligação? Os órgãos dentro do receptor ainda mantem as informaçõesgenéticas do doador?”

Alexandre, talvez, sabe a resposta: “Eu não sei o que está acontecendo comigo. Alguma coisa está diferente comigo. Não tenho mais medo do perigo como antes.”

Num encontro de receptores de órgãos, Elisabeth percebeu que quase todos tinham alguma fantasia da morte e se sentiram atraídos de situações perigosas. Uma senhora se encontrou num estacionamento no alto de um shopping em frente do abismo, olhando para baixo e oscilando, indecisa se queria pular ou não.

A questão era, se a mulher se desviou do caminho original ou existe uma dinâmica interna de continuar ate o fim? Eles morreram em sua consciência, já que todos os transplantados festejaram agora um segundo aniversario?

A Escritora sentiu que cada um tem um tempo de viver e um momento de morrer. Mas agora, o avanço técnico-medico consegui de alterar o “caminho original e previsto”.

Um outro exemplo: Susan não morreu e sobreviveu o transplante. Ela relatou sobre o doador dos órgãos: “Eu o sentido amarrado em mim como um irmão gêmeo. Ele sempre me acompanha. Somos comprometidos um com o outro. Eu o sinto tao perto, se ouvisse o respirar. Ou quando estou sentando embaixo de uma arvore, ele fica encima de mim.”

Ela desenhou um quadro, mostrando os dois ligados por um cordão umbilical, porem escondido atras de uma nuvem. Muitos receptores sentem algo assim, o que pode significar que a alma do doador ainda está ligado aos seus órgãos e assim ao receptor. Alem disso, cada órgão mantem sua vibração original. Assim, provoca dissonâncias nos sentimentos do receptor.

Continua.

Imagem: psiqweb.med.br

Doação de órgãos e a Morte (7)

setembro 4, 2011 Deixe um comentário

Quem procura, acha; quem quer se informar sobre doação de órgãos, encontra tudo que precisa para saber o que este negocio bilionário significa.

Quem vive no Brasil com um dos piores sistemas de saúde, deve ser muito ingênuo, para acreditar que especialmente neste campo da medicina nosso famoso governo e outras entidades agem de uma maneira humanitária e altruísta. E que não há outros interesses, alem de ajudar um pobre doente.

O contrario é verdade conforme a escritora americana Annie Cheney no seu livro “Body Brokers” (Quebra Ossos) apos pesquisas durante 3 anos em hospitais, faculdades medicas e necrotérios. Cadáveres inteiros podem valer ate 100.000 dólar, quando são transformados em valiosa matéria prima!

Como abutres, eles esperaram a morte do meu pai para retirar seus órgãos”, reclamou Melanie Sanchez em Fresno, California sobre dois médicos que declararam rápido de mais a morte cerebral do pai diante dos reflexos visíveis de tosse e vômito e de movimentos da sua cabeça. Um outro cirurgião de transplante acelerou a morte de um jovem de 26 anos com analgésicos para poder retirar seus órgãos.

Insuportáveis dores: o “morto” Carlos Camejo de Venezuela acordou durante uma autópsia (Focus online, 15.9.2007). Neste momento, o sangue começou a correr de novo. Os médicos, que atestaram a morte pouco tempo antes, quem sabe, nem tem culpa, pois no sentido medico este homem estava “morto”.

Os ensinamentos primordiais de muitas religiões dizem que a alma pode em certas ocasiões voltar para o corpo, quando o cordão de prata ainda não foi cortado completamente, mesmo já constatado a morte verdadeira. Normalmente, a alma de doadores de órgãos e autopsiados não tem a força de voltar para o corpo para expressar suas dores apavorantes para poder convencer qualquer cético e não deixar mais dúvida.

Ou os médicos anestesiam o corpo de tal maneira que a alma também por esta razão não se pode mais expressar e somente resta de suportar as dores bestiais de forma muda.

Você que está a fim de doar seus órgãos, pensa bem o que você faz. Ou você, mãe ou pai de um filho ou filha amada, repensa sua decisão de doar os órgãos dos seus queridos, se você não quer que eles sofrem ainda depois da sua “Morte”, pois esta porte pode ser não verdadeira. Lembra-se, a morte cerebral ainda não é a morte real e definitiva e pode causar terríveis e insuportáveis sofrimentos aos seus queridos.

Continua.

Imagem: femaleblood.blogspot.com

A Morte… e Doação de órgãos (6)

setembro 1, 2011 Deixe um comentário

Você pode imaginar como a retirada dos órgãos é feita e como fica o corpo do doador depois? E mais uma pergunta: Se o doador já fosse morto, os órgãos também não estariam mortos? Ou pelo contrario: se os órgãos tem que estar ainda vivos para servir ao transplante, o doador também não deve estar vivo ainda?

Gente, toda esta coisa de doação de órgãos é muito mal explicado! Vamos tentar de entender tudo passo por passo.

Para retirar os órgãos de um doador é necessário uma equipe especializada, pois ate os cirurgiões normais mais experientes sentem horrores terríveis deste trabalho. Imagina, o pobre doador é cortado e aberto do queixo ao osso púbico e suas metades do corpo esticado como uma bandeja para ter acesso ao coração, figado, rins e outros órgãos. Também interessam alguns osso, olhos e, quem sabe, o interior dos ouvidos. O corpo será “desvicerado” como um carro desmanchado, pois trata-se de material de reciclagem, bem dividido em componentes, que podem significar um valor de ate 100.000 dólar. Partes inutilizáveis são jogados no lixo sem amor e respeito.

Imagina ainda que este corpo era seu filho ou algum outro querido amado e que você quer prestar uma ultima referencia e se despedir dele antes do enterro. Não vai ser possível, pois não recebe a autorização, porque a visão deste corpo “empalhado” é terrível demais!

A psicologa Daniela Tausch-Flammer, que presenciou e ajudou espiritualmente na passagem de pessoas morrendo, relata:

A morte cerebral ainda não significa a morte real, pelo contrario, este é o momento em que o corpo apenas começa a morrer. Nos testemunhamos muitas vezes, que após a morte cerebral ou dos valores clínicos, sempre há algo que muda. Especialmente, os parentes, quando estão presentes sentem, que ainda acontecem muitas coisas. Durante estes momentos, quando o corpo ainda respira, a morte ainda não é realizável como morte definitivo.

Quando este corpo significa um doador, todas as pessoas tem que se afastar no mesmo momento da morte cerebral, sem considerar que também é o momento em que a pessoa morrendo necessita tempo e calma para que a consciência da alma pode rever seu filme desta vida. Qualquer perturbação irrita a alma que esta especialmente sensível a dores durante o inicio da separação do cordão de prata. São momentos valiosos, pois a alma ainda tem a oportunidade de melhorar alguma coisa, rezando e pedindo perdão, mesmo que o corpo morrendo não tem mais esta possibilidade de expressão!

Repito: A morte cerebral ainda não é a morte definitiva!

Já testemunhamos muitas vezes que o aparente paciente morto se defende da retirado dos órgãos, batendo nos agressores, se levantando e empurrando o medico e seus auxiliares. Por esta razão, os doadores são anestesiados e amarrados.

Cinicamente, os médicos dizem que apenas se trata de reflexos. Na verdade, a alma está tentando de se defender com as ultimas forças contra a retirada dos seus órgãos! (Relatos de um medico que rejeita continuar com transplantes de órgãos.)”

Ainda acha que “transplante de órgãos é um bem da humanidade”?

Continua.

Imagem: sbccv.org.br

Categorias:A Morte, Astrología e Horóscopo, Manipulação, medicina Tags:, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
%d blogueiros gostam disto: