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Posts Tagged ‘A Morte’

Sobreviventes de doação de órgãos e a morte (10)

setembro 12, 2011 Deixe um comentário

Como se sentem os receptores dos órgãos?

A escritora Claire Sylvia escreveu sobre pessoas com órgãos transplantados e seus sentimentos:

…impossível de descrever o terror, sentimentos de culpa e devastação, primeiro ser dilacerado e depois remontado. Muito tempo estava paralisado, perturbado e em panico de tanto medo…”

… Estou de saco cheio de sempre ouvir que sorte eu tenho de viver ainda! Eu estou muito, muito mal. Ainda tento de superar o momento, quando me faltava força para morrer…”

… Estou fingindo que vou bem. Na verdade queria me suicidar…”

… Nunca antes senti panico de estar fechado dentro de uma sala…”

… estou sentindo um corpo estranho dentro de mim, uma presença de alguém outro…”

…Sinto o doador perto de mim e que ele neste sentido ainda está vivo…”

Apos de receber um rim uma mulher mudou completamente seu comportamento. Antes era tímida e fechada, agora se tornou agressiva e se interessa de repente por esportes de luta. Ela declarou: “Vivo uma nova vida estranha, pois sinto o doador me mandando.” O doador tinha 18 anos e morreu de um acidente com uma arma de fogo. Ele amava artes marciais.

Dr. Bruno Cortis da Universidade Illinois explica: “Trata-se de Síndrome de Memoria Celular. Não somente o cérebro tem estas células, mas também células de rins, coração e outros órgãos. Assim, preferencias, gostos e desgostos podem ser transmitidos com os transplantes.”

E o que diz a Igreja Cristã sobre estes fatos?

Os sacerdotes intelectuais rejeitam qualquer testemunho nesta direção, pois o resultado seria a perda total de poder sobre as pessoas! Por que preciso de um sacerdote, se há ensinamentos sobre reencarnação? Por esta razão, a Igreja não quer saber dos ensinamentos primordiais de reencarnação.

Um adolescente escreve sobre seu desespero e desejo de morte: “Eu queria aceitar minha morte, mas não tinha a força de convencer meus pais. Não queria destruir suas esperanças, mas agora não tem mais alternativa: não quero mais apostar numa vida falsa! Quero meus órgãos e devolver os do doador ao doador! Quero salvar o doador em sua morte!”

A lista dos problemas psíquicos é longa e se aumenta ainda pelos problemas físicos, como a rejeição dos órgãos pelo sistema imunológico do receptor. Eles morrem em conseqüência de infeções, hepatite e outras doenças que vieram com os novos órgãos

Continua com os testemunhos dos sofrimentos terríveis dos desencarnados!

Imagem: aptransplantacao.no.sapo.pt

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Testemunhos de doação de órgãos e a morte (9)

setembro 9, 2011 Deixe um comentário

Como se sentem os receptores dos órgãos?

Espanha: Receptores de órgãos relatam que se sentem como duas pessoas. Dez pessoas contaram suas historias:

Eu não sei como se sentem meus colegas, mas eu me sinto se tivesse duas pessoas dentro de mim. O mais surpreendente era que peguei uma verdadeira vontade incontrolável de andar de moto, coisa que nunca senti antes. Perguntei meu medico como morreu o doador do meu coração e ele falou que foi um acidente de moto.”

Um outro falou: “Sinto uma simpatia tão forte com a família do doador se fosse minha própria.”

Martin respondeu as perguntas como segue: “Fisicamente me sinto muito bem, mas psiquicamente… Ainda após 6 anos sinto algo indefinível… se não estivesse sozinho. Algo sempre me acompanhava. Especialmente a noite pensei: ele se estica demais na cama. Fiquei sabendo que não fui o único que sentia estas alucinações. Mas não são alucinações… é tudo real.

Uma senhora com um novo coração relatou: “Me sinto se o mundo continua rodando, mas parece que eu não participo.”

Porque ainda estou aqui?” perguntou um outro receptor de coração.

Seria possível que o relógio da vida parou e a alma não tem mais planos e objetivos nesta vida?

Uma senhora dos EUA, Claire Sylvia,com um novo coração sentiu de repente vontade de comer coxa de frango com cerveja, coise que ela antes detestava. Também sua cor preferida mudou de azul para verde. Logo depois do transplante, ela começou a sonhar com um homem com as letras T. L. e sentiu inspirar seu corpo. Mais tarde, ela descobriu que o nome do doador começou com estas letras e que ele tinha exatamente este gosto de comida e cores.

A partir de um certo momento, ela sentiu a alma do Tim, o doador, continuando vivendo dentro de si. Finalmente, ela sonhou da reconciliação com o doador e relatou: “Nos beijamos e eu senti que ele entrou em mim com cada inspiração. Neste momento eu sabia que Tim sempre vai ficar comigo.”

A partir deste momento, ele sentia que recebeu uma nova vida e que os novos órgãos realmente pertenciam a ela, porem… a alma do Tim também ficou perto dos seus órgãos. A situação lembrava de gêmeos siameses que compartilham órgãos deste o nascimento. Agora ela sentia a força do Tim, porem também sua inquietação e perdeu em seguida sua vontade de cozinhar, algo que ela sempre gostou muito.

Mas existem relatos bem mais dramáticos sobre sofrimentos cruéis dos doadores!

Continua.

Imagem: cabecadecuia.com

Doação de órgãos e a Morte (8)

setembro 7, 2011 Deixe um comentário

Se deixamos o lado econômico ao lado, o que acontece com os doadores que se ofereceram voluntariamente para doar seu órgãos? E como se sentem os receptores dos órgãos?

A retirada dos órgãos significa um sofrimento cruel e insuportável para o doador, pois o corpo do “morto” não pode estar morto, porque caso contrario, os valiosos órgãos também estariam mortos. Esta é a cruel verdade!

Com equipamentos complicados, mas artificiais, os doadores são mantidos “vivos” e ao mesmo tempo não pode acontecer a separação da alma do corpo, porque o cardão de prata segura a ligação e transmite qualquer dor. Infelizmente não existem aparelhos para medir a dor sofrida pelo doador, que não tem condições de se mexer e defender. Esta é a triste realidade.” (Gabriele: Cada um morre sozinho.)

A doença mental dos receptores dos órgãos doados

Alexandre, um jovem receptor de coração e pulmão causou em pouco tempo 2 acidentes de carro. Na segunda vez ele tinha de quebrar os vidros para sair do carro em chamas. Ele não teve nenhum choque e relatou depois friamente, se não fosse ele que quase morreu:

Não tive medo, simplesmente tinha que correr muito.”

Elisabeth Wellendorf – que escreveu o livro: Viver com o coração de um outro – se lembrou que Alexandre recebeu os órgãos de um jovem motoqueiro e pergunta:

Qual é a ligação? Os órgãos dentro do receptor ainda mantem as informaçõesgenéticas do doador?”

Alexandre, talvez, sabe a resposta: “Eu não sei o que está acontecendo comigo. Alguma coisa está diferente comigo. Não tenho mais medo do perigo como antes.”

Num encontro de receptores de órgãos, Elisabeth percebeu que quase todos tinham alguma fantasia da morte e se sentiram atraídos de situações perigosas. Uma senhora se encontrou num estacionamento no alto de um shopping em frente do abismo, olhando para baixo e oscilando, indecisa se queria pular ou não.

A questão era, se a mulher se desviou do caminho original ou existe uma dinâmica interna de continuar ate o fim? Eles morreram em sua consciência, já que todos os transplantados festejaram agora um segundo aniversario?

A Escritora sentiu que cada um tem um tempo de viver e um momento de morrer. Mas agora, o avanço técnico-medico consegui de alterar o “caminho original e previsto”.

Um outro exemplo: Susan não morreu e sobreviveu o transplante. Ela relatou sobre o doador dos órgãos: “Eu o sentido amarrado em mim como um irmão gêmeo. Ele sempre me acompanha. Somos comprometidos um com o outro. Eu o sinto tao perto, se ouvisse o respirar. Ou quando estou sentando embaixo de uma arvore, ele fica encima de mim.”

Ela desenhou um quadro, mostrando os dois ligados por um cordão umbilical, porem escondido atras de uma nuvem. Muitos receptores sentem algo assim, o que pode significar que a alma do doador ainda está ligado aos seus órgãos e assim ao receptor. Alem disso, cada órgão mantem sua vibração original. Assim, provoca dissonâncias nos sentimentos do receptor.

Continua.

Imagem: psiqweb.med.br

A Morte… e Doação de órgãos (6)

setembro 1, 2011 Deixe um comentário

Você pode imaginar como a retirada dos órgãos é feita e como fica o corpo do doador depois? E mais uma pergunta: Se o doador já fosse morto, os órgãos também não estariam mortos? Ou pelo contrario: se os órgãos tem que estar ainda vivos para servir ao transplante, o doador também não deve estar vivo ainda?

Gente, toda esta coisa de doação de órgãos é muito mal explicado! Vamos tentar de entender tudo passo por passo.

Para retirar os órgãos de um doador é necessário uma equipe especializada, pois ate os cirurgiões normais mais experientes sentem horrores terríveis deste trabalho. Imagina, o pobre doador é cortado e aberto do queixo ao osso púbico e suas metades do corpo esticado como uma bandeja para ter acesso ao coração, figado, rins e outros órgãos. Também interessam alguns osso, olhos e, quem sabe, o interior dos ouvidos. O corpo será “desvicerado” como um carro desmanchado, pois trata-se de material de reciclagem, bem dividido em componentes, que podem significar um valor de ate 100.000 dólar. Partes inutilizáveis são jogados no lixo sem amor e respeito.

Imagina ainda que este corpo era seu filho ou algum outro querido amado e que você quer prestar uma ultima referencia e se despedir dele antes do enterro. Não vai ser possível, pois não recebe a autorização, porque a visão deste corpo “empalhado” é terrível demais!

A psicologa Daniela Tausch-Flammer, que presenciou e ajudou espiritualmente na passagem de pessoas morrendo, relata:

A morte cerebral ainda não significa a morte real, pelo contrario, este é o momento em que o corpo apenas começa a morrer. Nos testemunhamos muitas vezes, que após a morte cerebral ou dos valores clínicos, sempre há algo que muda. Especialmente, os parentes, quando estão presentes sentem, que ainda acontecem muitas coisas. Durante estes momentos, quando o corpo ainda respira, a morte ainda não é realizável como morte definitivo.

Quando este corpo significa um doador, todas as pessoas tem que se afastar no mesmo momento da morte cerebral, sem considerar que também é o momento em que a pessoa morrendo necessita tempo e calma para que a consciência da alma pode rever seu filme desta vida. Qualquer perturbação irrita a alma que esta especialmente sensível a dores durante o inicio da separação do cordão de prata. São momentos valiosos, pois a alma ainda tem a oportunidade de melhorar alguma coisa, rezando e pedindo perdão, mesmo que o corpo morrendo não tem mais esta possibilidade de expressão!

Repito: A morte cerebral ainda não é a morte definitiva!

Já testemunhamos muitas vezes que o aparente paciente morto se defende da retirado dos órgãos, batendo nos agressores, se levantando e empurrando o medico e seus auxiliares. Por esta razão, os doadores são anestesiados e amarrados.

Cinicamente, os médicos dizem que apenas se trata de reflexos. Na verdade, a alma está tentando de se defender com as ultimas forças contra a retirada dos seus órgãos! (Relatos de um medico que rejeita continuar com transplantes de órgãos.)”

Ainda acha que “transplante de órgãos é um bem da humanidade”?

Continua.

Imagem: sbccv.org.br

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A Morte… e Doação de órgãos (5)

A grande duvida sempre vai ser quando uma pessoa realmente está morta, já quando foi constatada a morte cerebral ou somente quando o sangue não corre mais pelas veias?

Uma coisa é clara para me: eu nunca serei doador de órgãos e nunca autorizarei que seja uma pessoa que eu amo! Se fosse possível, proibiria qualquer doação de órgãos por motivos de crueldade e sendo assassinato! Mesmo que as vitimas não podem mais reclamar, a sociedade está sendo sistematicamente manipulada pela Igreja e a Medicina de Transplantação!

Nos últimos anos colecionei muitos casos trágicos deste assunto que fiquei convencido que envolve o 5. mandamento, como assassinato e mais, sofrimentos inimaginavelmente cruéis. Os motivos são principalmente os enormes lucros, mas que são declarados como avanços da medicina moderna, dando nova vida aos infelizes doentes.

Em 1994 foi publicado um caso terrível de “doação de órgãos” na República das Filipinas. 4 Cirurgiões do Instituto Nacional de Rins foram acusados de ter retirado rins e coração de uma vitima de transito. Conforme testemunhas, se tratava de um jovem de 18 anos, que estava vivo e sem ferimentos graves. Ele tinha o azar que um outro jovem, rico e bem sucedido, precisava estes órgãos. Mais tarde, os médicos negaram que o motivo era dinheiro, mas presentando um outro jovem com uma nova vida e que a operação era um grande sucesso.

Pergunta: Eles foram condenados? Não, ganharam tanto dinheiro que, provavelmente, subornaram os juízes.

Vivo ou morto?

Em 1996 aconteceu um caso em Frankfurt, Alemanha:

Um homem contou numa entrevista num jornal, come ele se despediu da sua mulher morrendo num hospital. Ela já estava, em coma e declarada morte cerebral. Quando ele queria sair do quarto, inesperadamente os aparelhos de medição indicaram algum sinal e o homem tinha a impressão que sua mulher queria dizer o seguinte: “Fica mais um pouco. Não vá ainda.”

O homem ficou toda a noite com sua mulher e manteve mentalmente contato com ela, ate sentiu finalmente que podia se despedir da alma da sua mulher.

Mais tarde o cirurgião contou que neste caso, durante a retirada dos órgãos, a pressão de sangue não aumentou, como acontece normalmente. Porque? Será que isso, nos outros casos, são panico e dores terríveis das pessoas morrendo ou apenas reflexos da medula espinhal, como os médicos querem fazer crer?

Pensa sobre isso… ou vai insistir em doar órgãos?

Continua.

Imagem: orgaosdoe.blogspot.com, adjorisc.com.br,

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A Morte… e Doação de órgãos (4)

A manipulação das Igrejas em conjunto com a “Imprensa Mainstream” é tao grande e perfeito que somente as aparentes “vantagens” e “maiores conquistas da Medicina Moderna” são destacados, sem considerar possíveis sofrimentos dos doadores de órgãos que vem estudados e comprovados ultimamente!

A Doação de órgãos: um dos dramas mais cruéis do sofrimento humano. Para quem? Para o doador!

A Igreja e a Medicina de Transplantação ignoram a vida da alma imortal! Alem da inimaginável crueldade e do fato de ser homicídio e crime capital, o maior erro é a sobrevalorização da “morte cerebral” como critério, em vez de se basear no que consta na Bíblia: “A vida do corpo está no seu sangue.” (3. Mose 17, 11) e não: “A vida do corpo está no seu cérebro”, como os especialistas da Ética religiosa querem nos convencer!

Não se pode parar de repetir: Que a alma, respectivamente o corpo da pessoa, em quais veias ainda corre sangue, podem ainda sofrer dores terríveis, mesmo quando foi constatada a “morte cerebral”, e os médicos, mesmo os religiosos, não querem aceitar isso!

Isso quer dizer: mesmo que os médicos constataram a “morte cerebral”, a vida do corpo ainda está “no seu sangue”, o que significa: a alma imortal ainda se encontra num corpo morrendo, ainda penetrando-o com sua respiração viva. A alma ainda não (!) se despediu do corpo e ainda está ligado a ele mediante o “Cordão de Prata”, que também e ainda é um condutor de dores.

Isso quer dizer: O doador sofre durante a retirada dos seus órgãos as mais horríveis e indescritíveis dores em consequência da ligação entre alma e corpo pelo cordão de prata. A anestesia não é comparável a anestesia durante uma cirurgia, se tratando de algo para a recuperação do corpo, reforçando as funções dos órgãos.

Os riscos e consequências negativos para o doador são sistematicamente negados, pois o que vale é o sucesso… e logicamente o dinheiro que se pode ganhar com a medicina de transplantação. Quando alguém, um medico ou pessoal de enfermagem, deteta algum sofrimento do doador, ele não pode falar sobre isso, pois a Ética Medica proíbe tal comportamento.

As vezes porem, um ou outro caso passa pela censura e é relatado sem maiores detalhes dos testemunhas:

Uma enfermeira atenta salvou a vida de um paciente previsto para ser doador de órgãos. Antes da retirada dos órgãos, ela notou sinais vitais e que o medico responsável repentinamente deixou o quarto numa situação critica. Perguntado, o medico respondeu que ele também percebeu estes sinais vitais do doador, mas não reagiu, pois já estava com seus pensamentos com o receptor dos órgãos e a “vida nova” deste paciente que ia morrer sem os órgãos.

Quer dizer, que ele nem ia se pronunciar se a enfermeira não tivesse falado pois a vida nova do paciente receptor seria mais valioso do que o doador, pois ia pagar muito mais dinheiro.

Resultado: O doador previsto sobreviveu e escapou de uma morte muito dolorosa. Aconteceu num hospital famoso em Sao Paulo no dia 07. 04. 1994

Imagem: revistaescola.abril.com.br, transplantesnaatualidade.blogspot.com

A Morte… e o que a Igreja Cristã omite (3)

Doação de órgãos: um dos dramas mais cruéis de sofrimento humano. Para quem? Para o doador!

Uma das “Maiores Conquistas da Medicina Moderna”, o transplante de órgãos, infelizmente se tornou um sofrimento terrível para os doadores, porque a Igreja e a Medicina de Transplantação ignoram a vida da alma!

Os especialistas da medicina e responsáveis da igreja tentam de tranquilizar suas consciências com o argumento de “presentear” inúmeros receptores de órgãos com “uma vida nova”, desconsiderando que a pessoa com um órgão estranho não pode mais viver a vida na terra que ele planejou no além antes desta reencarnação para evoluir vida após vida.

A igreja sistematicamente destruiu a crença da reencarnação, respectivamente os conhecimentos primordiais e divinos da humanidade, eliminando também a base de qualquer destino que determina o momento do nascimento e o período, após deste o corpo deve deixar a vida física e retornar para viver no além, negando também que foi a alma que determinou este período de tempo.

A igreja nem fala mais da alma imortal e deixou de separar entre alma e pessoa do ser humano, que sempre era a base de todas as religiões e culturas e substituiu os antigos ensinamentos por uma aparente “morte total” do homem e sua alma junto com uma ressurreição posterior, falsificando partes da Bíblia e ignorando outras.

Os resultados desta modernidade da medicina e da Igreja são os seguintes: Em vez de um acompanhamento amoroso da pessoa destinada a morrer por seus amados, ela vai completamente abandonada para a preparação cruel e urgente retirada dos órgãos! Na maioria dos casos, o doador sofre de dores terríveis, pois a morte cerebral ainda não significa a morte do corpo!

Cruelmente, o pobre doente foi completamente abandonado e fica sem o minimo conforto. A única coisa que importa, é aproveitar ao máximo dos seus órgãos, preparando urgentemente suas retiradas, sem esperar a morte da pessoa em questão que ainda está extremamente sensível a dores, a alma sofre terríveis torturas, mesmo anestesiada. Ficam cenas de matadouro, mas quem já quer saber disso?

Pelo menos, eles deviam respeitado o 5. mandamento: “Não matarás.”

Continua.

Imagem: conteudomega.blogspot.com,

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