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A Morte… e o que a Igreja Cristã omite (2)

Exatamente aqui começa um dos mais cruéis dramas de sofrimento humano. Em vez de um acompanhamento amoroso da pessoa que vai morrer, ela vai completamente abandonada para a preparação cruel e urgente da retirada dos órgãos! Na maioria dos casos, o doador sofre de dores terríveis, pois a morte cerebral ainda não significa a morte do corpo!

Este “progresso” mudou completamente o manuseio com a morte e o tratamento com a pessoa morrendo. Quando a hora da morte se aproxima num hospital, não importa mais de algum querido ficar ao lado da alma que se despede deste mundo para passar para a outra dimensão. Cruelmente, o pobre doente foi completamente abandonado e fica sem o minimo conforto. A única coisa que importa, é aproveitar ao máximo dos seus órgãos, preparando urgentemente suas retiradas.

Os médicos não querem perder tempo, pois os órgãos são valiosos e, sem realmente esperar a morte da pessoa em questão que ainda está extremamente sensível a dores, a alma sofre terríveis torturas, mesmo anestesiada.

Onde estão os queridos e parentes que dão conforto com amor, que seguram a mão e passam a mão sobre a testa para facilitar a passagem? Eles foram mandados embora, porque não devem assistir aquilo que parecem cenas de matadouro. Equipes especializados cortam tudo que pode ser útil do corpo ainda morrendo para implantar em seguida em outras pessoas.

Os conhecimentos espirituais da Bíblia e a opinião dos médicos modernos

Que a alma, respectivamente o corpo da pessoa, em quais veias ainda corre sangue, podem ainda sofrer terrivelmente, mesmo quando foi constatada a “morte cerebral”, os médicos, mesmo os religiosos, não querem aceitar!

A mesma coisa vale para os especialistas da Ética religiosa, embora que consta na Bíblia: “A vida do corpo está no seu sangue.” (3. Mose 17, 11) e não: “A vida do corpo está no seu cérebro”, como os especialistas da Ética religiosa querem nos convencer!

Isso quer dizer: mesmo que os médicos constataram a “morte cerebral”, a vida do corpo ainda está “no seu sangue”, o que significa: a alma imortal ainda se encontra num corpo morrendo, ainda penetrando-o com sua respiração viva. A alma ainda não (!) se despediu do corpo e ainda está ligado a ele mediante o “Cordão de Prata”, que também e ainda é um condutor de dores.

Isso quer dizer: O doador sofre durante a retirada dos seus órgãos as mais horríveis e indescritíveis dores em consequência da ligação entre alma e corpo pelo Cordão de Prata. A anestesia não é comparável a anestesia durante uma cirurgia, se tratando de algo para a recuperação do corpo, reforçando as funções dos órgãos.

Se os médicos negam estes fatos, faca uma pergunta simples aos médicos: Vocês podem provar isso? Podem perguntar depois o doador, quais as dores ele sofreu? Se não, como eles podem saber, se o doador respectivamente a vitima não sofreu das mais terríveis dores?

Eles vão mais tarde saber isso, mas não mais neste mundo e então Deus tenha misericórdia deles. Pelo menos, eles deviam respeitado o 5. mandamento: “Não matarás.” Porem, os médicos matam pacientes já morrendo com a autorização da Igreja, pacientes que necessitaram durante estes momentos toda a assistência possível, também espiritualmente, mesmo quando não se pode medir mais nenhum sinal cerebral.

O maior peso de culpa, sem duvida, cabe a Instituição Igreja, pois ela erradicou todos os conhecimentos espirituais a respeito deste assunto – e não apenas deste assunto – durante os últimos 2.000 anos.

Continua.

Imagem: psicologiaeformacao.no.comunidades.net

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