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Posts Tagged ‘Cordão de Prata’

Astrologia Kármica, Reencarnação, Doação de Órgãos…

setembro 20, 2011 2 comentários

Qual é o elo de ligação? É muito simples. Desde o nascimento, tudo que a alma quer ganharé experiencia e consciência para evoluir espiritualmente. A palavra chave para tudo é consciência. Afinal, a própria alma é consciência e isso também é tudo que o ser leva mais tarde para o além.

Porque é tão importante de morrer em paz e porque este processo leva tempo e também deve levar algum tempo? Porque a morte aqui neste mundo significa o nascimento numa outra dimensão. Um bebê que vai nascer no nosso mundo – e morre – também não nasce no vapt-vupt, como todas as mães sabem.

A mesma coisa acontece quando vamos nascer no outro mundo, o que significa morrer aqui. Não é simples e muito compreensivo? Por esta razão morrem os órgãos também devagarzinho conforme o suave e demorado desligamento do cordão de prata.

Veja um exemplo da minha própria experiencia. Em 1991 morreu minha mãe e eu somente consegui me despedir dela 24 horas depois, pois estava viajando quando ela desencarnou. Evidentemente, o filho chorou pela “morte” da sua mãe, mas ao mesmo tempo o esotérico e astrólogo kármico de reencarnação queria ver com os próprios olhos o cordão de prata para ter certeza se a alma da mãe ainda estava presente ou não.

Então, eu consegui ver realmente o que é o cordão de prata, uma ligação do corpo, já completamente em estado de “morte cerebral” e muito além disso, porem a alma ainda estava flutuando encima do seu corpo. Dos dois lados não vi nada, mas da cabeça para os pés e vice verso vi algo como o fino fio de fumaça de um cigarro, mas ainda muito mais fino e, que surpresa, ainda se mexendo devagarzinho. De repente vi também o rosto da minha mãe um pouco acima do seu corpo. Fiquei muito feliz de poder explicar tudo que aconteceu e para onde ela ia se dirigir. Ela nunca acreditou em reencarnação, mas agora reconheceu a verdade que “morreu”, mas não estava morta!

Nos tivemos mentalmente uma longa conversa, mas tudo o que ela falou e perguntou era a voz típica da minha mãe que soava em minha cabeça. Durante alguns dias, ela apareceu varias vezes para mim e sempre estava acompanhada de seres de luz.

Somente há uma única exceção de uma morte instantânea: a perda repentina e total do sangue. Nesta caso o cordão de prata se rompe rápido e definitivo. Conheço bem este estado de uma vida passada. A primeira impressão era de confusão total. Eu flutuava numa neblina sem saber quem era e o que aconteceu. Não sei, quanto tempo levava, mas devagarzinho voltou a memoria, lembrei de quem era e onde e o que aconteceu. A neblina se foi e eu vi meu corpo já completamente morto e dilacerado por uma bala de canhão. Não existia mais nenhuma ligação com ele e meus sentimentos a respeito dele não era mais do que para um par de sapatos velhos e cheio de buracos.

Cada um que está andando no caminho espiritual pode se chamar Pesquisador da Verdade, pois isso é a única coisa que interessa, porque a verdade liberta. E isso inclui qualquer coisa da vida, relacionamentos com seres humanos, animais e natureza, vidas passadas e karma, doação de órgãos,alimentos e suas substâncias tóxicas, remédios e a industria farmacêutica, produtos que provocam doenças, políticos corruptos, etc., etc. Simplesmente tudo que não combina com a Ordem do Universo e o Amor e os Mandamentos de um Bom Deus.

Imagem: rebekafelicianoq.blogspot.com,

A dolorosa verdade da doação de órgãos (Final)

setembro 17, 2011 Deixe um comentário

Pensa um pouco. No nosso país dos governos e políticos tão corruptos, onde existe reconhecidamente o pior sistema de saúde publica, qual é o interesse dos governantes de fazer tanta propagando para a doação de órgãos? Isso não é pelo menos suspeito diante da situação catastrófica dos hospitais e a passividade dos responsáveis quando milhares de doentes, recém nascidos, jovens e velhos, morrem diariamente sem atendimento?

Cada um pode pensar o que quiser, mas quem acredita em razões humanitárias, como eles nos querem fazer crer, deve ser muito ingênuo. Há sim grandes interesses, especialmente financeiras, na parte daqueles que levam vantagem; as razões humanitárias ficam com os doadores e seus parentes que são facilmente convencidos em seu luto de fazer uma ação boa para os deploráveis necessitados de algum órgão novo.

E as pessoas, que por alguma razão se declaram orgulhosamente de doadores de órgãos, não tem a minima ideia o que isso significa para eles mais tarde quando eles morrem repentinamente por alguma razão desconhecida. Acontece que muitos deles podiam se recuperar, mas, dependendo de alguns médicos e da equipe de açougueiros, responsáveis pela retirada dos órgãos, rapidamente são declarados mortos cerebrais e isso quer dizer oficialmente morto-morto, mesmo quando isso não é o caso. Alias, uma pessoa somente pode estar morta, quando não corre mais o sangue pelas veias e nenhum órgão mais está vivo, pois a alma ainda está ligada ao corpo com o cordão de prata.

Enquanto ainda tem os órgãos vivos – e em condições de transplantar – a morte ainda não se realizou verdadeiramente e o aparente “morto” ainda se encontra na “fase de morrer”, quer dizer ainda vivo!

Claro, um corpo jovem e saudável pode valer ate 500.000 Dólar para alguns espertos que agem neste ramo. Imagine, quantos motoqueiros jovens e saudáveis “morrem” diariamente no nosso país e são rapidamente dilacerados e desmanchados como se fossem carros velhos, com ou sem a autorização dos parentes.

Um único órgão vai para um feliz necessitado da fila oficial… e o resto? Cada corpo tem tanto material valioso e útil…, alem dos outros órgãos, tem ossos, pele, tecidos etc. Depois tudo, especialmente os preços, depende da oferta e demanda e procede num tipo de leilão! Sabia?

Mas também não deve surpreender no nosso paraíso dos corruptos, onde a maioria dos alimentos contem substâncias toxicas, onde protetores de sol provocam câncer, onde os dentistas ainda colocam metal pesado (mercúrio) nos dentes dos pacientes, onde água da torneira e água mineral contem Flúor (toxico), onde é comum de usar Aspartame (toxico) como adoçante e em mais de 3.000 alimentos, etc, etc. E onde tudo mundo acha isso normal e ninguém reclama.

Quem – diante deste quadro – se interessa, se um doador de órgãos já morreu ou não para retirar seus órgãos, se ele sofreu ou não, se ainda está ligado com seu cordão de prata ou não…? O que interessa, é o lucro que alguns podem fazer, fingindo, alias se vangloriando, que se trata de um avanço da medicina e uma boa ação de dar ao receptor uma “nova vida”.

E a industria farmacêutica também está jubiloso, pois vende muitos remédios caros para manter os receptores vivos.

Igreja, medicina oficial e os poderosos deste mundo novamente unidos e o resto do mundo se f……..

Imagem: rccdecastanhal.blogspot.com,

Categorias:A Morte, Astrología e Horóscopo, Manipulação, medicina, POLÍTICA Tags:, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Doação de órgãos e a Morte (7)

setembro 4, 2011 Deixe um comentário

Quem procura, acha; quem quer se informar sobre doação de órgãos, encontra tudo que precisa para saber o que este negocio bilionário significa.

Quem vive no Brasil com um dos piores sistemas de saúde, deve ser muito ingênuo, para acreditar que especialmente neste campo da medicina nosso famoso governo e outras entidades agem de uma maneira humanitária e altruísta. E que não há outros interesses, alem de ajudar um pobre doente.

O contrario é verdade conforme a escritora americana Annie Cheney no seu livro “Body Brokers” (Quebra Ossos) apos pesquisas durante 3 anos em hospitais, faculdades medicas e necrotérios. Cadáveres inteiros podem valer ate 100.000 dólar, quando são transformados em valiosa matéria prima!

Como abutres, eles esperaram a morte do meu pai para retirar seus órgãos”, reclamou Melanie Sanchez em Fresno, California sobre dois médicos que declararam rápido de mais a morte cerebral do pai diante dos reflexos visíveis de tosse e vômito e de movimentos da sua cabeça. Um outro cirurgião de transplante acelerou a morte de um jovem de 26 anos com analgésicos para poder retirar seus órgãos.

Insuportáveis dores: o “morto” Carlos Camejo de Venezuela acordou durante uma autópsia (Focus online, 15.9.2007). Neste momento, o sangue começou a correr de novo. Os médicos, que atestaram a morte pouco tempo antes, quem sabe, nem tem culpa, pois no sentido medico este homem estava “morto”.

Os ensinamentos primordiais de muitas religiões dizem que a alma pode em certas ocasiões voltar para o corpo, quando o cordão de prata ainda não foi cortado completamente, mesmo já constatado a morte verdadeira. Normalmente, a alma de doadores de órgãos e autopsiados não tem a força de voltar para o corpo para expressar suas dores apavorantes para poder convencer qualquer cético e não deixar mais dúvida.

Ou os médicos anestesiam o corpo de tal maneira que a alma também por esta razão não se pode mais expressar e somente resta de suportar as dores bestiais de forma muda.

Você que está a fim de doar seus órgãos, pensa bem o que você faz. Ou você, mãe ou pai de um filho ou filha amada, repensa sua decisão de doar os órgãos dos seus queridos, se você não quer que eles sofrem ainda depois da sua “Morte”, pois esta porte pode ser não verdadeira. Lembra-se, a morte cerebral ainda não é a morte real e definitiva e pode causar terríveis e insuportáveis sofrimentos aos seus queridos.

Continua.

Imagem: femaleblood.blogspot.com

A Morte… e Doação de órgãos (4)

A manipulação das Igrejas em conjunto com a “Imprensa Mainstream” é tao grande e perfeito que somente as aparentes “vantagens” e “maiores conquistas da Medicina Moderna” são destacados, sem considerar possíveis sofrimentos dos doadores de órgãos que vem estudados e comprovados ultimamente!

A Doação de órgãos: um dos dramas mais cruéis do sofrimento humano. Para quem? Para o doador!

A Igreja e a Medicina de Transplantação ignoram a vida da alma imortal! Alem da inimaginável crueldade e do fato de ser homicídio e crime capital, o maior erro é a sobrevalorização da “morte cerebral” como critério, em vez de se basear no que consta na Bíblia: “A vida do corpo está no seu sangue.” (3. Mose 17, 11) e não: “A vida do corpo está no seu cérebro”, como os especialistas da Ética religiosa querem nos convencer!

Não se pode parar de repetir: Que a alma, respectivamente o corpo da pessoa, em quais veias ainda corre sangue, podem ainda sofrer dores terríveis, mesmo quando foi constatada a “morte cerebral”, e os médicos, mesmo os religiosos, não querem aceitar isso!

Isso quer dizer: mesmo que os médicos constataram a “morte cerebral”, a vida do corpo ainda está “no seu sangue”, o que significa: a alma imortal ainda se encontra num corpo morrendo, ainda penetrando-o com sua respiração viva. A alma ainda não (!) se despediu do corpo e ainda está ligado a ele mediante o “Cordão de Prata”, que também e ainda é um condutor de dores.

Isso quer dizer: O doador sofre durante a retirada dos seus órgãos as mais horríveis e indescritíveis dores em consequência da ligação entre alma e corpo pelo cordão de prata. A anestesia não é comparável a anestesia durante uma cirurgia, se tratando de algo para a recuperação do corpo, reforçando as funções dos órgãos.

Os riscos e consequências negativos para o doador são sistematicamente negados, pois o que vale é o sucesso… e logicamente o dinheiro que se pode ganhar com a medicina de transplantação. Quando alguém, um medico ou pessoal de enfermagem, deteta algum sofrimento do doador, ele não pode falar sobre isso, pois a Ética Medica proíbe tal comportamento.

As vezes porem, um ou outro caso passa pela censura e é relatado sem maiores detalhes dos testemunhas:

Uma enfermeira atenta salvou a vida de um paciente previsto para ser doador de órgãos. Antes da retirada dos órgãos, ela notou sinais vitais e que o medico responsável repentinamente deixou o quarto numa situação critica. Perguntado, o medico respondeu que ele também percebeu estes sinais vitais do doador, mas não reagiu, pois já estava com seus pensamentos com o receptor dos órgãos e a “vida nova” deste paciente que ia morrer sem os órgãos.

Quer dizer, que ele nem ia se pronunciar se a enfermeira não tivesse falado pois a vida nova do paciente receptor seria mais valioso do que o doador, pois ia pagar muito mais dinheiro.

Resultado: O doador previsto sobreviveu e escapou de uma morte muito dolorosa. Aconteceu num hospital famoso em Sao Paulo no dia 07. 04. 1994

Imagem: revistaescola.abril.com.br, transplantesnaatualidade.blogspot.com

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