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Médicos podem ser perigoso para sua saúde (2)

dezembro 22, 2011 Deixe um comentário

A questão principal é: Os médicos são realmente independentes e apenas tem o bem dos pacientes em mente ou são um tipo de escudeiros para o “Big Pharma” da industria farmacêutica?

Como vimos no post anterior, estudantes iniciantes de medicina já recebem favores e um currículo secreto, desenvolvido pela industria farmacêutica com a aprovação das faculdades de medicina, nos EUA. Mas estes fatos não se limitam aos Estados Unidos, pelo contrario, é comum no mundo inteiro, na Europa, em outros continentes como também no Brasil. E tudo acontece com a aprovação dos responsáveis pela saúde em todos os países, porque também eles recebem sua parte lucrativa!

Nestas circunstancias, quem pode ainda garantir sua imparcialidade? E que ele não prefere tratamentos e medicamentos de certas industrias farmacêuticas?

Este tipo de doutrinação contamina qualquer mente e destrói o bom senso. Em vez de se dedicar aos problemas do paciente, o medico corre o risco de não se esforçar em escutar o doente e em procurar uma solução, pois ele acha que já a tem e, muitas vezes, contamina seu paciente com medicamentos super dosados.

Uns dos maiores problemas hoje em dia não são as doenças em geral, mas o envenenamento com produtos químicos tóxicos de qualquer especie, com remédios, com vacinas, com alimentos, com bebidas, com produtos de proteção ao sol, com produtos de beleza etc, etc.!

Aqui vale uma palavra em favor dos médicos: Como eles podem resolver problemas, se eles não conseguem determinar a doenças atras de todas as intoxicações dos pacientes? Que medico tem ainda o tempo ou a paciência de investigar as raízes dos males dos seu pacientes, que engulam tudo sem se preocupar com os conteúdos? Um exemplo são os fumantes, os alcóolicos e outros dependentes que sabem que fazem mal a sua saúde e, mesmo assim, continuam se intoxicando.

Voltando ao assunto principal: Quem pode limitar o poder e a influencia dos gigantes do ramo farmacêutico, se os beneficiários são os próprios estudantes, médicos e governantes. Quem já quer defender os pacientes que sempre são os elos mais fracos nesta corrente?

Os autores destes estudos recentes sugerem uma melhor preparação e formação dos estudantes a respeito das relações entre médicos e a indústria farmacêutica e recomendam que este papel deve ser das faculdades para criar regras de limitar os contatos entre estudantes e esforços de marketing das empresas farmacêuticas. Porem, vai ser difícil, porque estas empresas dominam as universidades e continuam com sua influência significativa sobre os alunos – e também sobre os professores.

Os autores também recomendam que as faculdades contrariam mais os currículos secretos e promovem mudanças que incluem também os cientistas e professores que preenchem a função importante de exemplo ideal.

Conclusão: Estas mudanças podem contribuir para que a educação médica alcança dois objetivos importantes: realizar melhor a ancoragem de valores estritamente relacionados à profissão e à promoção do respeito aos princípios científicos e uma avaliação crítica das provas, que mais tarde influenciaram a decisão clínica e práticas de prescrição.

“Os problemas ainda podem piorar”, dizem os editores do editorial CMAJ, Drs. Noni, McDonald, Paul Hebert, Ken Flegel e Matthew Stanbrook. “A assistência médica é mais complexa hoje do que em décadas passadas … A crescente complexidade dos suprimentos dos pacientes antes e dentro da sala de cirurgia requer dos médicos cuidados especiais nestas áreas, alem de demandas cognitivas e físicas sem precedentes.”

Mais informações:

http://www.plosmedicine.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pmed.1001037

http://www.cmaj.ca/cgi/doi/10.1503/cmaj.110402

Canadian Medical Association Journal (CMAJ),

CMAJ-Redatores Drs. Noni McDonald, Paul Hebert, Ken Flegel e Matthew Stanbrook

Imagem: Universidade Harvard 375 Anos

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Categorias:Manipulação, medicina Tags:, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
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