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Médicos podem ser perigosos…

setembro 26, 2013 Deixe um comentário

…para sua saúde!

Dois novos estudos alertam e fornecem argumentos críticos, porque a medicina vigente pode pôr em perigo a sua saúde e até mesmo ameaçar a sua vida.

2013-09-26Para deixar bem claro: eu conheço muitos médicos bons e corretos e muitos médicos são meus amigos. Não pretendo fazer guerra contra médicos bem intencionados ou contra a medicina em geral, mas estão acontecendo escândalos sobre quais ninguém fala, nem as associações medicas, nem os governantes, e ainda menos a imprensa oficial e “politicamente correta”. Ate hoje, os meus amigos médicos sempre elogiaram minhas criticas, porque recebem informações que ninguém mais informa.

Pergunta 1: Você acha que os médicos de hoje em dia aprendem nas faculdades a necessidade – e os perigos em potencial – de ver cada medicamento, que eles prescrevem, com certa desconfiança critica?

Pergunta 2: Cirurgiões apenas operam quando estão em condições físicas e mentais, para não pôr os pacientes em perigo?

Os dois novos estudos comprovam que não é bem assim, pelo contrário, eles encontram razões de dizer que a medicina e vigor pode realmente pôr em perigo sua saúde e até sua vida.

Quintessência: Estudantes de medicina aprendem conforme um currículo secreto – e aceito pelas faculdades – desenvolvido pelo Big Pharma (as grandes indústrias farmacêuticas) para promover seus produtos. O objetivo principal é de ensinar aos estudantes de combater os efeitos da doença e não em primeiro lugar a causa. Deste jeito pode esticar o “estar doente” e ganhar muito mais dinheiro.

Simultaneamente, inúmeros cirurgiões operam, independentemente se prejudicam seus pacientes ou não, pela fadiga e insônia, que pode reduzir consideravelmente seu desempenho.

Os fatos: Nos Estados Unidos os estudantes de medicina são inundadas com drogas-friendly propaganda de empresas farmacêuticas. Em toda sua educação, os alunos estão exposta a esta propaganda, mesmo que eles ainda não tem experiências clínicas no tratamento de pacientes.

Pesquisas realizadas sob direção de Kirsten Austad e Aaron S. Kesselheim da Faculdade de Medicina da Universidade Harvard e publicado recentemente na revista PLoS médica Internet, mostraram que as grandes multinacionais farmacêuticas desenvolveram eficientemente um currículo secreto para influenciar os futuros médicos de aprovar e preferivelmente receitar terapias e produtos destas empresas.

Contatos maciços e indutivos com as industrias farmacêuticas são acompanhados por médicos que preparam o campo com pareceres positivos. O resultado é que os estudantes não podem formar uma visão própria e critica a respeito de produtos potencialmente prejudiciais.

O grupo de pesquisa de Harvard estuda todos os assuntos deste tema e coleciona os resultados de perguntas feitas a 9.850 estudante de medicina. Os resultados mostram que a maioria já tinha contatos com a indústria farmacêutica, reforçando estes contatos no decorrer dos estudos. Além disso, 90% dos estudantes recebeu material de estudo das empresas e achava isso positivo e “cool”.

Eles justificaram os presentes de propaganda com os argumentos, que se sentirem forçados por uma situação financeira difícil. Além disso, não sentirem um dilema ético, porque os outros estudantes também receberam estes presentes.

Dois terços dos estudantes admitiu que receberam também outros tipos de presentes, mas mesmo assim “mantiveram” sua imparcialidade.

Acredite se quiser.

Continua.

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Médicos podem ser perigoso para sua saúde (2)

dezembro 22, 2011 Deixe um comentário

A questão principal é: Os médicos são realmente independentes e apenas tem o bem dos pacientes em mente ou são um tipo de escudeiros para o “Big Pharma” da industria farmacêutica?

Como vimos no post anterior, estudantes iniciantes de medicina já recebem favores e um currículo secreto, desenvolvido pela industria farmacêutica com a aprovação das faculdades de medicina, nos EUA. Mas estes fatos não se limitam aos Estados Unidos, pelo contrario, é comum no mundo inteiro, na Europa, em outros continentes como também no Brasil. E tudo acontece com a aprovação dos responsáveis pela saúde em todos os países, porque também eles recebem sua parte lucrativa!

Nestas circunstancias, quem pode ainda garantir sua imparcialidade? E que ele não prefere tratamentos e medicamentos de certas industrias farmacêuticas?

Este tipo de doutrinação contamina qualquer mente e destrói o bom senso. Em vez de se dedicar aos problemas do paciente, o medico corre o risco de não se esforçar em escutar o doente e em procurar uma solução, pois ele acha que já a tem e, muitas vezes, contamina seu paciente com medicamentos super dosados.

Uns dos maiores problemas hoje em dia não são as doenças em geral, mas o envenenamento com produtos químicos tóxicos de qualquer especie, com remédios, com vacinas, com alimentos, com bebidas, com produtos de proteção ao sol, com produtos de beleza etc, etc.!

Aqui vale uma palavra em favor dos médicos: Como eles podem resolver problemas, se eles não conseguem determinar a doenças atras de todas as intoxicações dos pacientes? Que medico tem ainda o tempo ou a paciência de investigar as raízes dos males dos seu pacientes, que engulam tudo sem se preocupar com os conteúdos? Um exemplo são os fumantes, os alcóolicos e outros dependentes que sabem que fazem mal a sua saúde e, mesmo assim, continuam se intoxicando.

Voltando ao assunto principal: Quem pode limitar o poder e a influencia dos gigantes do ramo farmacêutico, se os beneficiários são os próprios estudantes, médicos e governantes. Quem já quer defender os pacientes que sempre são os elos mais fracos nesta corrente?

Os autores destes estudos recentes sugerem uma melhor preparação e formação dos estudantes a respeito das relações entre médicos e a indústria farmacêutica e recomendam que este papel deve ser das faculdades para criar regras de limitar os contatos entre estudantes e esforços de marketing das empresas farmacêuticas. Porem, vai ser difícil, porque estas empresas dominam as universidades e continuam com sua influência significativa sobre os alunos – e também sobre os professores.

Os autores também recomendam que as faculdades contrariam mais os currículos secretos e promovem mudanças que incluem também os cientistas e professores que preenchem a função importante de exemplo ideal.

Conclusão: Estas mudanças podem contribuir para que a educação médica alcança dois objetivos importantes: realizar melhor a ancoragem de valores estritamente relacionados à profissão e à promoção do respeito aos princípios científicos e uma avaliação crítica das provas, que mais tarde influenciaram a decisão clínica e práticas de prescrição.

“Os problemas ainda podem piorar”, dizem os editores do editorial CMAJ, Drs. Noni, McDonald, Paul Hebert, Ken Flegel e Matthew Stanbrook. “A assistência médica é mais complexa hoje do que em décadas passadas … A crescente complexidade dos suprimentos dos pacientes antes e dentro da sala de cirurgia requer dos médicos cuidados especiais nestas áreas, alem de demandas cognitivas e físicas sem precedentes.”

Mais informações:

http://www.plosmedicine.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pmed.1001037

http://www.cmaj.ca/cgi/doi/10.1503/cmaj.110402

Canadian Medical Association Journal (CMAJ),

CMAJ-Redatores Drs. Noni McDonald, Paul Hebert, Ken Flegel e Matthew Stanbrook

Imagem: Universidade Harvard 375 Anos

Categorias:Manipulação, medicina Tags:, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Médicos podem ser perigoso para sua saúde

dezembro 21, 2011 1 comentário

Dois novos estudos alertam e fornecem argumentos críticos, porque a medicina vigente pode pôr em perigo a sua saúde e até mesmo ameaçar a sua vida.

Para deixar bem claro: eu conheço muitos médicos e muitos médicos são meus amigos. Não pretendo fazer guerra contra médicos bem intencionados ou contra a medicina em geral, mas estão acontecendo escândalos sobre quais ninguém fala, nem as associações medicas, nem os governantes, e ainda menos a imprensa oficial e “politicamente correta”. Ate hoje, os meus amigos médicos sempre elogiaram minhas criticas, porque recebem informações que ninguém mais informa.

Pergunta 1: Você acha que os médicos de hoje em dia aprendem nas faculdades a necessidade – e os perigos em potencial – de ver cada medicamento, que eles prescrevem, com certa desconfiança critica?

Pergunta 2: Cirurgiões apenas operam quando estão em condições físicas e mentais, para não pôr os pacientes em perigo?

Os dois novos estudos comprovam que não é bem assim, pelo contrario, eles encontraram razões de dizer que a medicina em vigor pode realmente pôr em perigo sua saúde e até sua vida.

Quintessência: Estudantes de medicina aprendem conforme um currículo secreto – e aceito pelas faculdades – desenvolvido pelo Big Pharma (as grandes indústrias farmacêuticas) para promover seus produtos. Simultaneamente, inúmeros cirurgiões operarem, independentemente se prejudicam seus pacientes ou não pela fadiga e insônia, que pode reduzir seu desempenho.

Os fatos: Nos Estados Unidos os estudantes de medicina são inundadas com drogas-friendly propaganda de empresas farmacêuticas. Em toda sua educação, os alunos estão exposta a esta propaganda, mesmo que eles ainda não tem experiências clínicas no tratamento de pacientes.

Pesquisas realizadas sob direção de Kirsten Austad e Aaron S. Kesselheim da Faculdade de Medicina da Universidade Harvard e publicado recentemente na revista PLoS médica Internet, mostraram que as grandes multinacionais farmacêuticas desenvolveram eficientemente um currículo secreto para influenciar os futuros médicos de aprovar e preferivelmente receitar terapias e produtos destas empresas.

Contatos macicos e indutivos com as industrias farmacêuticas são acompanhados por médicos que preparam o campo com pareceres positivos. O resultado é que os estudantes não podem formar uma visão própria e critica a respeito de produtos potencialmente prejudiciais.

O grupo de pesquisa de Harvard estuda todos os assuntos deste tema e coleciona os resultados de perguntas feitas a 9.850 estudante de medicina. Os resultados mostram que a maioria já tinha contatos com a industria farmacêutica, intensivando estes contatos no decorrer dos estudos. Alem disso, 90% dos estudantes recebeu material de estudo das empresas e achava isso positivo e “cool”.

Eles justificaram os presentes de propaganda com o argumentos, que se sentirem forçados por uma situação financeira difícil. Alem disso, não sentirem um dilema ético, porque os outros estudantes também receberam estes presentes.

Dois terços dos estudantes admitiu que receberam também outros tipos de presentes, mas mesmo assim mantiveram sua imparcialidade.

Acredite se quiser.

Continua.

Imagem: paginaglobal.blogspot.com, aquinoticiaspe.com,

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