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Mais algumas “coisinhas” para você conhecer e refletir sobre a COPA…

Leis se curvam à Copa
Para atender a todas as exigências da Fifa, o país teve que alterar leis, criar novas normas e até suspender direitos vigentes!
(Jogou no lixo sua SOBERANIA! )
2014-06-10-2 Blatter
A Copa nem começou, mas a Fifa já tem mais de 100 processos
A Fifa sofre mais de 100 processos judiciais movidos por torcedores por conta de problemas com ingressos da Copa das Confederações e da Copa-2014. Há reclamações relacionadas aos locais dos assentos, questões com o pagamento por cartão de crédito ou tratamento indevido a pessoas com deficiência. Pelo menos seis dos processos já foram concluídos com vitória para os consumidores. Eles levaram indenizações que giram entre R$ 2 mil e R$ 4 mil. Já Fifa levou a melhor em 17 processos até agora.

Em cinco anos, MT tira R$ 661 mil de estradas. Tudo pela Copa
O governo do Estado de Mato Grosso vem retirando desde 2009 verbas de um fundo estadual criado para custear obras de manutenção e melhoria de rodovias e em projetos habitacionais e realocando este dinheiro nos cofres da Secopa-MT, secretaria que toca as obras que estão sendo construídas para o Mundial de 2014. De 2009 a 2013, o Fethab (Fundo Estadual de Transportes e Habitação) já cedeu R$ 660,8 milhões à Secopa, de acordo com dados da Secretaria da Fazenda do Estado de Mato Grosso. A medida, francamente ilegal, tornou-se legal em 2012, quando a Assembleia Legislativa do Estado aprovou uma lei que valida, retroativamente, todos os desvios de dinheiro da habitação para a Copa feitos desde 2009 pelo governo estadual.

Maracanã é tombado, mas marquise pôde ser demolida para Copa
Maracanã é tombado pelo patrimônio histórico, mas conseguiu demolir marquise para Copa. O ex-superintendente do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) que autorizou a derrubada da marquise do Maracanã para a reforma do estádio visando a Copa do Mundo virou réu de uma ação criminal no fim de 2013. Carlos Fernando de Souza Leão Andrade está respondendo na Justiça porque deu um aval para demolição do teto da arena, tombada desde 2000 pelo instituto que zela pelo patrimônio histórico. Identificando a ilegalidade do ato, o Ministério Público Federal está processando o responsável.


Concorrência? Não com modelo de licitação usado na Copa

De acordo com a Constituição Federal e com os princípios da administração pública, um ente particular não pode receber vantagens do poder público sem ter passado por uma concorrência para recebê-lo e sem existir um motivo de interesse público que justifique este benefício. Mas, quando a Fifa escolheu o Corinthians para construir o estádio que receberia a Copa, surgiu um problema. É que o clube não tinha o dinheiro para erguer a arena. A Prefeitura de São Paulo, então, resolveu conceder créditos fiscais de R$ 420 milhões para o time, sob a justificativa de que eram créditos de incentivo ao desenvolvimento da zona leste da cidade. Para dar ares de legalidade à doação, o executivo criou uma lei que dizia que haveria concorrência pelos créditos, mas só poderiam concorrer aqueles que tivessem “um projeto de estádio aprovado pela Fifa para receber a abertura da Copa do Mundo”.


Lei de acesso à informação NÃO é regra na Copa do Mundo

O governo do Rio de Janeiro criou um sigilo ilegal para dados sobre obras que serão feitas no entorno do Maracanã. Desrespeitando a Lei de Acesso à Informação, o Estado não respondeu ao pedido do UOL Esporte para consulta ao projeto básico das intervenções que devem ser realizadas ao redor da arena da final da Copa do Mundo pela concessionária Maracanã S/A. O projeto foi apresentado pela empresa em março deste ano. Ele está sendo avaliado pela Casa Civil. O UOL Esporte solicitou acesso ao documento em requerimento apresentado no dia 19 de março. De acordo com a Lei de Acesso à Informação,sancionada em 2011 pela presidente Dilma Rousseff, o Estado tinha até 30 dias divulgar o que foi solicitado ou então justificar oficialmente os motivos para o não atendimento do pedido. Nada disso foi feito.

Copa viabiliza isenção fiscal a quem nem tem documentos
Em 2010 e 2011, uma série de normas federais e estaduais criou um mecanismo de isenção fiscal para obras da Copa, o Regime Especial de Tributação, ou Recopa. Foram suspensos tributos que recaem na comercialização de máquinas, equipamentos e materiais de construção que fossem ser utilizados em obras dos estádios da Copa. Com isso, só os cofres federais deixaram de arrecadar cerca de R$ 500 milhões. Mas a conta não parou por aí. De acordo com o TCU (Tribunal de Contas da União), além desse montante, as construtoras responsáveis pela reforma do Maracanã e pela construção da Arena Pernambuco receberam benefícios vinculados ao Recopa sem que tivessem o direito de tê-los. No Maracanã, por exemplo, as empreiteiras Odebrecht e Andrade Gutierrez passaram a gozar do desconto antes de estarem habilitadas para isso.

Até desmatamento de árvores raras é liberado na Copa
A duplicação e reforma da rodovia DF-047, que liga o Plano Piloto de Brasília ao Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, é a única obra de mobilidade urbana que o Governo do Distrito Federal fez para a Copa. Custou cerca de R$ 50 milhões, contra os quase R$ 2 bilhões que ainda estão sendo gastos no Estádio Nacional Mané Garrincha e no seu entorno, e ainda contrariou a legislação ambiental. A intervenção na rodovia foi responsável pelo desmatamento de 356 árvores e plantas sem autorização e licença ambiental para tanto. Havia 177 árvores raras nativas do Cerrado, tombadas pelo Ibram (Instituto Brasília Ambiental), responsável pela preservação do patrimônio natural do Distrito Federal.

Brasil tem lei de meia-entrada. Menos na Copa
O Estatuto do Idoso e legislações estaduais nas 12 regiões envolvidas na Copa garantem que estudantes regularmente matriculados e pessoas com pelo menos 60 anos têm direito a pagar metade do valor do ingresso em eventos culturais e esportivos. A Fifa argumentou que isso afetaria drasticamente a receita do Mundial. Resultado: benefício revogado durante o evento.

Com medo de protestos, Brasil muda até Código Penal antes da Copa
Temendo uma onda de manifestações que culminem em atos de violência durante a Copa do Mundo, Governo Federal e Congresso Nacional uniram esforços para aprovar, a toque de caixa, um lei que modifica o Código Penal brasileiro para punir com mais rigor a ação de grupos “black blocs ” durante protestos de rua. A medida pretende atingir quem pratica atos de vandalismo e violência coletivos — principalmente se os suspeitos estiverem com os rostos cobertos. O projeto tramita em regime de urgência no Senado e já ganhou o apoio público do Ministério da Justiça. Durante a Copa das Confederações, autoridades fizeram uso da Lei de Segurança Nacional, da época da ditadura, para enquadrar e reprimir a conduta de manifestantes detidos.

Fifa ignora Código do Consumidor. Desistiu, tem de pagar
Contrariando o CDC (Código de Defesa do Consumidor), a Fifa não dá um prazo de sete dias para que torcedores reavaliem sua compra de ingressos para jogos da Copa feita pela internet após a confirmação da transação. Baseada na Lei Geral da Copa, a entidade cobra entre 10% e 30% do valor dos ingressos solicitados de quem desiste dos bilhetes. De acordo com o regulamento da venda de ingressos da Copa, a multa pela desistência varia conforme a data e o motivo.

Brasil cria “jeitinho” para fazer licitações para a Copa do Mundo
Em 2011, quando muitas das obras planejadas para a Copa do Mundo já davam sinal de atraso irrecuperável, o Governo Federal criou uma lei – aprovada pelo Congresso Nacional – para substituir a Lei 8.666/93, a Lei de Licitações. É o chamado RDC, ou Regime Diferenciado de Contratação. Ele foi feito especificamente para as obras da Copa, tornando mais ágil o processo de contratação de empreiteiras para tocar os projetos. Ao mesmo tempo em que acelera os trâmites contratuais, dificulta a fiscalização do emprego dos recursos públicos injetados nos empreendimentos. Pior é que, depois de aprovadaa lei, o Senado ainda aprovou uma alteração na norma para que o RDC pudesse ser utilizado mesmo nas obras que não forem ficar prontas a tempo da Copa.

Bebida alcoólica dentro dos estádios? Na Copa pode ( mas SÓ da marca protegida pela FIFA! )
O Estatuto do Torcedor veta a comercialização de bebidas alcoólicas em estádios brasileiros. A Fifa tem patrocínio da AB-Inbev, dona das marcas de cerveja Budweiser e Brahma. Aprovada em 2012, a Lei Geral da Copa solucionou esse conflito. Vai ter cerveja, sim! Além da comercialização do produto no interior das arenas, a Lei Geral da Copa deu poder à Fifa para vetar marketing de emboscada e publicidade ostensiva no perímetro dos estádios. E quem decide o que é ostensivo? A Fifa, é claro.
Para atender a todas as exigências da Fifa, o país teve que alterar leis, criar novas normas e até suspender direitos vigentes

Suspeitas de corrupção
Em pelo menos cinco das 12 sedes da Copa foram abertas investigações sobre possíveis irregularidades.

Licitação do VLT de Cuiabá teve denúncia de propina
Rowles Pereira Magalhães, que na época era assessor especial da vice-governadora do Mato Grosso, denunciou ao UOL Esporte em agosto de 2012 que o consórcio vencedor da licitação para construir um sistema de VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) em Cuiabá tinha dado propina de R$ 80 milhões para se tornar ganhador do processo. No dia seguinte, Magalhães foi exonerado do cargo. Três processos investigativos correm até hoje no Ministério Público federal, na Polícia Federal e no Ministério Público de Mato Grosso para apurar a denúncia do ex-assessor, que posteriormente voltou atrás em suas acusações.

Quanto custa uma cadeira? No Brasil, resposta varia

Responsável pelas cadeiras dos estádios de Brasília e Cuiabá, a empresa Kango cobrou R$ 175 por unidade na capital federal. Em 2013, o UOL Esporte mostrou que a mesma companhia pediu R$ 436,80 por item em licitação na cidade mato-grossense. O Ministério Público do Mato Grosso negociou para que o governo revisse o contrato, e houve um desconto de R$ 1,2 milhão. Ainda assim, os assentos de Brasília foram mais baratos.

Arena da Amazônia tem superfaturamento e redução no custo
Uma descoberta de superfaturamento diminuiu o custo da Arena da Amazônia, em Manaus. A obra estava orçada em R$ 618 milhões, mas em 2012 o Tribunal de Contas da União encontrou irregularidades em pelo menos R$ 86 milhões. Por causa disso, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) congelou repasse de parcelas de um empréstimo de R$ 400 milhões até que a denúncia fosse averiguada. A construtora Andrade Gutierrez revisou o projeto e baixou o valor para R$ 603 milhões.

Superfaturamento de até 1000% no MT

A Secopa-MT gastou R$ 4 milhões em compras de material gráfico e de escritório. O volume gerou investigação do Ministério Público do Mato Grosso, que encontrou indícios de fraude e de até 1000% de superfaturamento.

Desperdício de dinheiro
Exemplos de como o Brasil jogou dinheiro pelo ralo nas obras para o Mundial

Governo assume riscos no Castelão e banca até cadeiras quebradas
O contrato de concessão do Castelão, em Fortaleza, joga nas costas do governo do Ceará uma série de responsabilidades e riscos do estádio. Foi o poder público, e não a administração do equipamento, que precisou pagar em outubro de 2013, quando 116 cadeiras foram danificadas e geraram prejuízo de R$ 50 mil.

Estado da BA garante lucro de empreiteiras na Fonte Nova
O governo da Bahia custeou os R$ 689,4 milhões necessários para a conclusão da Arena Fonte Nova –R$ 400 milhões foram financiados pelo BNDES. Ainda assim, o modelo de parceria para a gestão do empreendimento oferece um benefício e tanto para as empreiteiras Odebrecht e OAS, responsáveis pela gestão do equipamento. O contrato de PPP foi atrelado a um estudo da consultoria KPMG com base no consumo de torcedores em estádios europeus. Se o público da arena baiana não atingir esse volume de gasto, o governo paga a diferença.

RJ desapropria terrenos para obras da Copa, mas só usa 10% da área
Em 2011, famílias que viviam nas regiões de Vila do Recreio 2, Vila Harmonia e Restinga, no Rio de Janeiro, foram desapropriadas para a construção do BRT, corredor de ônibus que liga Barra da Tijuca a Campo Grande e Santa Cruz. Dois anos depois, o MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) iniciou investigação sobre a necessidade desses despejos. A obra usou apenas 10% da área que foi desapropriada.

Ministério Público questiona gastos de R$ 1,2 bi em estruturas
Assim como havia acontecido na Copa das Confederações, o MPF (Ministério Público Federal) processou Fifa e COL (Comitê Organizador Local) por gastos que a União assumiu para a Copa do Mundo. O MPF questiona investimento de R$ 1,2 bilhão em estruturas temporárias e transmissão do torneio, e o argumento é que não há interesse público ou legado nesses aportes. A alegação do COL é que esses gastos já tinham sido alinhavados em contrato.

Odebrecht em PE terá lucro por 30 anos com dinheiro público

O contrato de PPP (parceria público-privada) do governo de Pernambuco com a construtora Odebrecht para a Arena Pernambuco tem uma cláusula dos sonhos para a empreiteira. O poder público se comprometeu a negociar com os times locais para usarem o aparato. Caso contrário, o próprio governo assumiria o prejuízo da operação.

DF gasta R$ 5,35 mi para proteger oficiais da PM da chuva

O governo do Distrito Federal realizou licitação para comprar capas de chuva para oficiais da Polícia Militar. Apesar de a corporação ter 15 mil oficiais – a maioria em funções internas – e de a Copa ser realizada em período de seca na região, o governo lançou concorrência para comprar 17 mil capas. O processo redundou em um custo total de R$ 5,35 milhões (R$ 314 por unidade). A licitação foi cancelada, e o comandante-geral da PM caiu.

Governo do DF gasta R$ 2,8 mi com ingressos para convidados
Você conseguiu comprar ingressos para a Copa das Confederações ou para a Copa do Mundo? O governo do Distrito Federal conseguiu. Foram R$ 2,8 milhões em dinheiro público para adquirir entradas da Copa das Confederações que foram distribuídas entre 509 convidados, todos com direito a acompanhante. O governo disse que a Terracap, empresa que concluiu as obras do Mané Garrincha, usaria os bilhetes em ações de relacionamento. No entanto, a lista de convidados incluiu 37 dos 40 desembargadores do Tribunal de Justiça do Distrito Federal.

Governo gasta ao menos R$ 149 mi com CTs que não serão usados
O Brasil ofereceu à Fifa um total de 83 opções para abrigar atividades das seleções durante a Copa do Mundo, mas 51 desses equipamentos não serão usados. Muitos dos centros de treinamento preteridos tiveram investimento do governo federal. Segundo levantamento feito pela Associação Contas Abertas,foram R$ 149 milhões gastos pela União com obras que não estarão no Mundial.

Fonte e imagem: UOL

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A Indústria do Câncer não quer a Cura!

Prova: A University of Alberta in Edmonton, Canada, fez uma descoberta sensacional, ou seja uma cura contra câncer com um medicamento que sempre serviu como tratamento de raros transtornos metabólicos.

Mas a indústria farmacêutica não mostra nenhum interesse para novas pesquisas na substância dicloroacetato (DCA), que já foi relatado no início 2007. E por que não? Porque DCA já não está mais protegido por patentes. Assim não se pode ganhar muitos bilhões!

A pesquisa também confirmou que no caso do câncer se trata de um mau funcionamento metabólico e não de uma estranha mutação de células, que muitas vezes foi explicado pela hereditariedade.

Porém, conforme a vontade da Mafia Medica, você não deve saber nada disso. Mas isso confirma que a maioria dos terapeutas alternativos de câncer sabe há muito tempo.

Desde o presidente Nixon dos EUA, na década de 1970, declarou a “guerra contra o câncer”,a indústria do câncer foi bem sucedido em arrancar muito dinheiro para pesquisas de substancias de drogas para quimioterapias muito caras – 50.000 – 100.000 dólar e mais por caso, afinal para terapias toxicas dificilmente eficazes.

Quimioterápicos costumam trazer lucros adicionais através dos medicamentos prescritos para as terríveis reações adversas. Enquanto isso, mais e mais pessoas adoecem de câncer e mais e mais pessoas morrem, principalmente por causa do tratamento com substâncias tóxicas.

Declaração da pesquisa DCA
Evangelos Michelakis e a equipe da Universidade de Alberta testaram DCA com sucesso em células cancerosas humanas isoladas in vitro e em camundongos com câncer.

DCA tem sido utilizado para raros distúrbios metabólicos. Os piores efeitos secundários, que raras vezes aconteceram, incluem distúrbios de dormência e de andar.

Aos ratinhos DCA foi administrado em água e somente apos algumas semanas, mostrou-se um encolhimento significativo de tumores. Isto sugere que DCA pode ser tomado oralmente.

DCA funciona da maneira que as mitocôndrias são restauradas nas células. Michelakis e sua equipe descobriram que as mitocôndrias nas células cancerosas não são permanentemente danificado e irreparável, como foi declarado pela medicina mainstream.

Com função insuficiente das mitocôndrias, as células cancerosas utilizam a fermentação da glicose para produzir energia. Esta fermentação começa, quando a glicólise (conversão de glucose) acontece num ambiente celular anaeorbe , que também pode ser causado por tumores benignos, toxinas valores de pH baixos.

DCA atua sobre as mitocôndrias nas células de modo que elas funcionam de novo normal. Outra função das mitocôndrias é que elas dão o sinal para a morte celular ou auto-destruição da célula. Células normais morrem regularmente e são substituídas por novas células. Em células cancerosas, o sinal de morte não acontece e as células se tornam “imortal”.

Pesquisadores da Universidade de Alberta também observaram que durante a glicólise em células de câncer se produz ácido láctico. O ácido láctico divide o colagénio que une estes células em um tumor. Como resultado, as células cancerosas podem se separar mais facilmente de um tumor que está encolhido com a terapia convencional.

De acordo com os pesquisadores, esta é a razão pela qual os tumores cancerígenos formam metástases e se espalham em outros órgãos ou aparecem em outras partes do corpo, depois de terem regredido pela quimioterapia.

Hipocrisia trágica
Com terapias alternativas, não há o problema – ou somente raras vezes – de câncer metastático ou recorrência da doença após a remissão de tumores. A maioria das terapias alternativas cura o câncer completamente.

Com DCA a indústria do câncer recebe a oportunidade de desenvolver uma maneira de cura que é muito mais barato e mais seguro do que os atuais métodos padrão. Mas a indústria do câncer ignora esta oportunidade. DCA é como um órfão sem-teto que pede dinheiro de pesquisa para evitar dificuldades legais (uso off-label).

Médicos alternativos de câncer sempre experimentaram de forma simples e compartilharam suas experiências com outros apos o sucesso, porque valorizaram a cura mais do que dinheiro e poder.

A máfia da medicina criou condições que consomem grandes quantidades de dinheiro para ganhar muito dinheiro com a assistência médica ao invés de cura. Cada um, que está envolvido na fraude, ganha com isso. A indústria do câncer insulta terapeutas alternativos de câncer e os acusa de charlatães que ganham dos pacientes desesperados. Acusar os outros dos seus próprios crimes é chamado de projeção.

Todo complexo médico-farmacêutica é puro capitalismo de compadres, que não está interessado em cura para o câncer, não importa de onde vem.

Fontes: NaturalNews, PF Louis,

Imagem: Kopp-Verlag

As Mentiras sobra a Vacina da Gripe Suína

Avó morre de gripe suína após vacinação contra a gripe suína.
Na Grã-Bretanha, a avó Eleanor Carruthers de 68 anos morreu de gripe suína, após de ser vacinada alguns meses antes contra a gripe suína e declarado que ela era absolutamente protegida contra gripe!

Como o “Daily Mail” escreveu, a filha Carole não entendia, porque sua mãe se deixou vacinar, pois não pertencia a nenhum grupo de risco. Ela ficou doente no inicio do ano e se sentiu segura, pois os médicos garantiram que a vacina era 100% proteção contra a gripe.

Evidentemente, ninguém a informou que os médicos mentem, pois vacinas contra gripe nunca são tão seguras contra gripe. Sua eficácia nem é de 50%! Uma análise crítica dos dados disponíveis mostra que a vacina contra a gripe só é eficaz em uma entre cem pessoas, quer dizer 1%. Qualquer outro resultado não pode ser confirmado por pesquisas cientificas! Mesmo que os efeitos exagerados em anúncios e propaganda se repetem inúmeras vezes. Falar de 100% de proteção é fraude.

A propaganda mundial da vacina

Não somente o sistema de saúde na Grã-Bretanha “National Health Service (NHS) mente para seu público, quando afirma uma eficacia de 70 – 80%, isso acontece em todos os países, inclusive aqui no Brasil. Esta mentira é necessária para manter a aceitação perante a população a respeito das vacinas de gripe.

Se fosse um outro produto com a mesma falcatrua, as autoridades já teriam pedidopunição dos responsáveis. Porem, no assunto vacinas contra gripe, mentiras são toleradas pelas autoridades responsáveis abertamente para não pôr em perigo o programa de vacinas (Toda oba-oba é apenas para enganar a população que os governos estão cuidando delas).

NaturalNews” tem avisado publicamente que a vacinação contra a gripe pode aumentar realmente o risco de adoecer com a gripe. Alem disso ficou comprovado que as pessoas que regularmente tomam a vacina contra gripe são as mesmas que pegam a gripe.

(Isso confirma a minha própria experiencia: Enquanto tomava a vacina, uns dias depois fiquei doente de gripe. Nos últimos 6 -7 anos não tomei a vacina e também não peguei gripe.)

A mais importante proteção contra gripe é na alimentação, mas isso é escondido pelas autoridades sanitárias. Elas se recusam a informar às pessoas sobre a vitamina D que oferece uma proteção altamente eficaz contra a gripe, especialmente quando é acompanhado de outros nutrientes imune-reforço como o zinco.

O “segredinho sujo” da indústria de vacinas

Sobre a taxa de re-infecção entre as pessoas que já foram vacinados contra a gripe, os fabricantes de vacinas, os governos e especialistas em saúde conscientemente omitem qualquer informação, pois se a população soubesse da verdade, ninguém mais ia vender uma única vacina. Para evitar este desastre comercial, governos, autoridades de saúde e médicos continuam mentindo sobre a ineficácia da vacina, mesmo que custa a morte de algumas vitimas de vacinas como Eleanor Carruthers na Grã-Bretanha…

Somente neste país, 112 pessoas morreram nos últimos 4 meses do vírus da gripe. Não se sabe quantas foram vacinadas antes.

Esses números provavelmente nunca serão liberados pelas autoridades de saúde, nem na Grã-Bretanha ou em outros países da Europa, nem nos EUA e de jeito nenhum no nosso Brasil.

Ou você já ouviu de alguma vitima no Brasil? Especialmente aqui estes dados são omitidos. Chuta porque!

Esse é o “segredinho sujo” da indústria de vacinas – uma indústria que se baseia apenas no charlatanismo e fraude de marketing – (e ainda com autorização oficial das autoridades).

Fontes: Mike Adams + NaturalNews

Imagem: Kopp-Verlag

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