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“Cui bono” – Quem tira proveito…

setembro 6, 2013 Deixe um comentário

…de uma guerra USA contra Síria?

Não é estranho que os Estados Unidos, uma nação antigamente pacifica, está permanentemente em guerra contra inúmeros países distantes ou os ameaça, sem ser ameaçado?

Não é ainda mais estranho, que seu presidente, Barack Obama, ganhador do Premio Nobel de Paz, não faz nada para manter a paz, pelo contrario, se comporto com um criminoso e assassino?

2013-09-06E se não é ele, quem manda, quem quer forçar os Estados Unidos de começar uma guerra contra Síria? Esta é a questão!

Caso haja uma guerra aberta entre os EUA e a Síria, isso seria muito ruim para os EUA e igualmente tão ruim para Israel, para a Síria, o Irã e o Hezbollah. O maior beneficiário seria a Arábia Saudita, que nem sequer estar diretamente envolvidos nos combates. Até agora, a Arábia Saudita já colocou vários bilhões de dólares no conflito na Síria, mas seu objetivo de derrubar Assad, ainda não conseguiu. Agora, os sauditas querem jogar seu trunfo – as forças norte-americanas. Se tiver sucesso com este objetivo, eles incitariam os mais fortes inimigos estratégicos de longo prazo do Islã sunita um contra o outro: de um lado, os EUA e Israel – no outro o Islão xiita. Em um cenário como esse, o benefício para os sunitas seria maior, que mais danos as duas partes do conflito sofressem.

Mas há ainda outros países que poderiam se beneficiar de uma guerra americana com a Síria também. Por exemplo, o Qatar está planejando um gasoduto de gás natural do Golfo Pérsico através da Síria para a Europa. E essa é também a razão pela qual Qatar tem investido bilhões de dólares na guerra civil na Síria, porque Assad negou este projeto.

Mas, se a Arábia Saudita e o Qatar realmente querem derrubar o regime de Assad, por que os Estados Unidos devem lutar esta guerra? Alguém deve perguntar Barack Obama, porque é necessário que os militares dos EUA têm que fazer o trabalho sujo para seus amigos muçulmanos sunitas.

Obama promete que o ataque a Síria seria apenas “um ataque militar limitada”, e os EUA não seriam arrastados para uma guerra aberta contra a Síria. Este seria o caso apenas na condição de que a Síria, o Hezbollah e o Irã ficariam em silêncio e não se defenderiam contra o ataque americano iminente.

Será?

Porem, se houver uma reação, e um navio de guerra americano é atingido ou sangue americano é derramado ou mísseis vão cair sobre Tel Aviv – então os EUA vão entrar em uma guerra aberta. E isso seria a última coisa que poderia acontecer agora. A grande maioria dos americanos não quer ser envolvido em outra guerra no Oriente Medio, e até mesmo alguns líderes militares têm “sérias preocupações” expressadas contra um ataque à Síria, como o Washington Post relatou:

“Os planos da administração Obama, começar um ataque militar contra a Síria, foi comentado por muitos líderes militares americanos com sérias preocupações. Os militares dos EUA ainda tem de lidar com as consequências de duas guerras longas e um orçamento diminuindo rapidamente, como explicam atuais e ex-oficiais.

Depois que o Departamento de Defesa tinha falado há meses, que uma intervenção militar dos EUA na Síria seria improvável, de repente empurra fortemente em direção a guerra, criando em muitos militares desconforto, como mostra uma entrevista com uma dúzia de oficiais a partir de do posto de capitão até de general de quatro estrelas.

“Para os EUA, não pode haver sucesso na Síria. Se atacarmos e Assad continua no poder, então, certamente não é um bom resultado para os Estados Unidos.

Se ajudarmos a derrubar o regime de Assad desta forma, os rebeldes tomam o poder. Mas seria ainda pior do que Assad. Eles juraram obediência a al-Qaeda e, além disso, representam uma atitude veemente antiamericano, antiisraelense e antiocidental em geral.

Imagina: A Terceiro Guerra Mundial começa apenas pela estupidez dos EUA! Se a humanidade não tivesse outro problemas mais importantes e maiores!

Continua.

Fonte: Michael Snyder

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50 000 Voluntários para Síria?

Putin chama às armas?

Agora vamos falar as verdadeiras razões: Na Síria, não se trata de democracia, ditadura, direitos humanos, o povo e mentiras similares! Também não é sobre armas químicas. É uma história antiga, ou seja, comer ou ser comido. Se trata da velha questão do poder no mundo. Neste momento e nesta situação, a Rússia não pode ceder, ou o mundo inteiro está perdido, incluindo Rússia e China.

2013-08-31Agora a boa noticia: O mundo não é tão complicado como nossos governantes querem nos fazer acreditar permanentemente. Apenas olhar nos bastidores, ele é só tão complicado como na Idade da Pedra sobre. E essa é também ao mesmo tempo a má notícia. Pois, a Idade da Pedra, Governantes, como Barack Obama (lembra, o ganhador do Premio Nobel de Paz?), François Hollande, David Cameron, e sua empregada alemã Angela Merkel, aparentemente, não conseguiram deixar a para trás.

Sempre com novas mentiras, eles querem dominar o mundo, quebrar o equilíbrio global e superar as outras grandes potências. Homens da Idade da Pedra não entendem das Leis Internacionais e nem da diplomacia. Ambos são apenas armas táticas para eles. Isto significa: os vencedores da Primeira e Segunda Guerra Mundial já estão trabalhando para provocar a Terceira.

Pessoas da Idade da Pedra só entendem do pau!
E quem não usa aquela maça, eles o consideram um fraco. Os poderes do Leste como Rússia, China, Irã e outros agora têm, com referência à Síria, decidir sobre o seu próprio ser ou não ser: Se não parar definitivamente de uma vez por todas a maquina de guerra ocidental, mais cedo ou mais tarde vão ser eliminados.

É importante, que a Rússia, China e seus aliados já reconheceram esta constelação e, obviamente, querem resistir – depois de terem falhado no norte da África e, especialmente, na Líbia. A lógica e dinâmica do confronto global requer que os poderes do Oriente marcham agora ou têm que se render mais tarde.

Como primeiro passo, o ex-coronel ucraniano Sergei Razumovsky, quer liderar 50 000 mercenários russos e ucranianos para a Síria para ajudar o governo Assad contra os “rebeldes”. »Planos para a implantação de um corpo de voluntários russo-ucranianas para a Síria está preparada para auxiliar as lideranças locais na luta contra os rebeldes”, diz no site da Rádio Voz da Rússia. “Milhares de pessoas já assinaram.”

Imagem: turmadoamanha.com

Fonte: Gerhard Wisnewski

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