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Posts Tagged ‘retirada dos órgãos’

Doação de órgãos e a Morte (8)

setembro 7, 2011 Deixe um comentário

Se deixamos o lado econômico ao lado, o que acontece com os doadores que se ofereceram voluntariamente para doar seu órgãos? E como se sentem os receptores dos órgãos?

A retirada dos órgãos significa um sofrimento cruel e insuportável para o doador, pois o corpo do “morto” não pode estar morto, porque caso contrario, os valiosos órgãos também estariam mortos. Esta é a cruel verdade!

Com equipamentos complicados, mas artificiais, os doadores são mantidos “vivos” e ao mesmo tempo não pode acontecer a separação da alma do corpo, porque o cardão de prata segura a ligação e transmite qualquer dor. Infelizmente não existem aparelhos para medir a dor sofrida pelo doador, que não tem condições de se mexer e defender. Esta é a triste realidade.” (Gabriele: Cada um morre sozinho.)

A doença mental dos receptores dos órgãos doados

Alexandre, um jovem receptor de coração e pulmão causou em pouco tempo 2 acidentes de carro. Na segunda vez ele tinha de quebrar os vidros para sair do carro em chamas. Ele não teve nenhum choque e relatou depois friamente, se não fosse ele que quase morreu:

Não tive medo, simplesmente tinha que correr muito.”

Elisabeth Wellendorf – que escreveu o livro: Viver com o coração de um outro – se lembrou que Alexandre recebeu os órgãos de um jovem motoqueiro e pergunta:

Qual é a ligação? Os órgãos dentro do receptor ainda mantem as informaçõesgenéticas do doador?”

Alexandre, talvez, sabe a resposta: “Eu não sei o que está acontecendo comigo. Alguma coisa está diferente comigo. Não tenho mais medo do perigo como antes.”

Num encontro de receptores de órgãos, Elisabeth percebeu que quase todos tinham alguma fantasia da morte e se sentiram atraídos de situações perigosas. Uma senhora se encontrou num estacionamento no alto de um shopping em frente do abismo, olhando para baixo e oscilando, indecisa se queria pular ou não.

A questão era, se a mulher se desviou do caminho original ou existe uma dinâmica interna de continuar ate o fim? Eles morreram em sua consciência, já que todos os transplantados festejaram agora um segundo aniversario?

A Escritora sentiu que cada um tem um tempo de viver e um momento de morrer. Mas agora, o avanço técnico-medico consegui de alterar o “caminho original e previsto”.

Um outro exemplo: Susan não morreu e sobreviveu o transplante. Ela relatou sobre o doador dos órgãos: “Eu o sentido amarrado em mim como um irmão gêmeo. Ele sempre me acompanha. Somos comprometidos um com o outro. Eu o sinto tao perto, se ouvisse o respirar. Ou quando estou sentando embaixo de uma arvore, ele fica encima de mim.”

Ela desenhou um quadro, mostrando os dois ligados por um cordão umbilical, porem escondido atras de uma nuvem. Muitos receptores sentem algo assim, o que pode significar que a alma do doador ainda está ligado aos seus órgãos e assim ao receptor. Alem disso, cada órgão mantem sua vibração original. Assim, provoca dissonâncias nos sentimentos do receptor.

Continua.

Imagem: psiqweb.med.br

A Morte… e Doação de órgãos (6)

setembro 1, 2011 Deixe um comentário

Você pode imaginar como a retirada dos órgãos é feita e como fica o corpo do doador depois? E mais uma pergunta: Se o doador já fosse morto, os órgãos também não estariam mortos? Ou pelo contrario: se os órgãos tem que estar ainda vivos para servir ao transplante, o doador também não deve estar vivo ainda?

Gente, toda esta coisa de doação de órgãos é muito mal explicado! Vamos tentar de entender tudo passo por passo.

Para retirar os órgãos de um doador é necessário uma equipe especializada, pois ate os cirurgiões normais mais experientes sentem horrores terríveis deste trabalho. Imagina, o pobre doador é cortado e aberto do queixo ao osso púbico e suas metades do corpo esticado como uma bandeja para ter acesso ao coração, figado, rins e outros órgãos. Também interessam alguns osso, olhos e, quem sabe, o interior dos ouvidos. O corpo será “desvicerado” como um carro desmanchado, pois trata-se de material de reciclagem, bem dividido em componentes, que podem significar um valor de ate 100.000 dólar. Partes inutilizáveis são jogados no lixo sem amor e respeito.

Imagina ainda que este corpo era seu filho ou algum outro querido amado e que você quer prestar uma ultima referencia e se despedir dele antes do enterro. Não vai ser possível, pois não recebe a autorização, porque a visão deste corpo “empalhado” é terrível demais!

A psicologa Daniela Tausch-Flammer, que presenciou e ajudou espiritualmente na passagem de pessoas morrendo, relata:

A morte cerebral ainda não significa a morte real, pelo contrario, este é o momento em que o corpo apenas começa a morrer. Nos testemunhamos muitas vezes, que após a morte cerebral ou dos valores clínicos, sempre há algo que muda. Especialmente, os parentes, quando estão presentes sentem, que ainda acontecem muitas coisas. Durante estes momentos, quando o corpo ainda respira, a morte ainda não é realizável como morte definitivo.

Quando este corpo significa um doador, todas as pessoas tem que se afastar no mesmo momento da morte cerebral, sem considerar que também é o momento em que a pessoa morrendo necessita tempo e calma para que a consciência da alma pode rever seu filme desta vida. Qualquer perturbação irrita a alma que esta especialmente sensível a dores durante o inicio da separação do cordão de prata. São momentos valiosos, pois a alma ainda tem a oportunidade de melhorar alguma coisa, rezando e pedindo perdão, mesmo que o corpo morrendo não tem mais esta possibilidade de expressão!

Repito: A morte cerebral ainda não é a morte definitiva!

Já testemunhamos muitas vezes que o aparente paciente morto se defende da retirado dos órgãos, batendo nos agressores, se levantando e empurrando o medico e seus auxiliares. Por esta razão, os doadores são anestesiados e amarrados.

Cinicamente, os médicos dizem que apenas se trata de reflexos. Na verdade, a alma está tentando de se defender com as ultimas forças contra a retirada dos seus órgãos! (Relatos de um medico que rejeita continuar com transplantes de órgãos.)”

Ainda acha que “transplante de órgãos é um bem da humanidade”?

Continua.

Imagem: sbccv.org.br

Categorias:A Morte, Astrología e Horóscopo, Manipulação, medicina Tags:, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

A Morte… e o que a Igreja Cristã omite (3)

Doação de órgãos: um dos dramas mais cruéis de sofrimento humano. Para quem? Para o doador!

Uma das “Maiores Conquistas da Medicina Moderna”, o transplante de órgãos, infelizmente se tornou um sofrimento terrível para os doadores, porque a Igreja e a Medicina de Transplantação ignoram a vida da alma!

Os especialistas da medicina e responsáveis da igreja tentam de tranquilizar suas consciências com o argumento de “presentear” inúmeros receptores de órgãos com “uma vida nova”, desconsiderando que a pessoa com um órgão estranho não pode mais viver a vida na terra que ele planejou no além antes desta reencarnação para evoluir vida após vida.

A igreja sistematicamente destruiu a crença da reencarnação, respectivamente os conhecimentos primordiais e divinos da humanidade, eliminando também a base de qualquer destino que determina o momento do nascimento e o período, após deste o corpo deve deixar a vida física e retornar para viver no além, negando também que foi a alma que determinou este período de tempo.

A igreja nem fala mais da alma imortal e deixou de separar entre alma e pessoa do ser humano, que sempre era a base de todas as religiões e culturas e substituiu os antigos ensinamentos por uma aparente “morte total” do homem e sua alma junto com uma ressurreição posterior, falsificando partes da Bíblia e ignorando outras.

Os resultados desta modernidade da medicina e da Igreja são os seguintes: Em vez de um acompanhamento amoroso da pessoa destinada a morrer por seus amados, ela vai completamente abandonada para a preparação cruel e urgente retirada dos órgãos! Na maioria dos casos, o doador sofre de dores terríveis, pois a morte cerebral ainda não significa a morte do corpo!

Cruelmente, o pobre doente foi completamente abandonado e fica sem o minimo conforto. A única coisa que importa, é aproveitar ao máximo dos seus órgãos, preparando urgentemente suas retiradas, sem esperar a morte da pessoa em questão que ainda está extremamente sensível a dores, a alma sofre terríveis torturas, mesmo anestesiada. Ficam cenas de matadouro, mas quem já quer saber disso?

Pelo menos, eles deviam respeitado o 5. mandamento: “Não matarás.”

Continua.

Imagem: conteudomega.blogspot.com,

A Morte… e o que a Igreja Cristã omite (2)

Exatamente aqui começa um dos mais cruéis dramas de sofrimento humano. Em vez de um acompanhamento amoroso da pessoa que vai morrer, ela vai completamente abandonada para a preparação cruel e urgente da retirada dos órgãos! Na maioria dos casos, o doador sofre de dores terríveis, pois a morte cerebral ainda não significa a morte do corpo!

Este “progresso” mudou completamente o manuseio com a morte e o tratamento com a pessoa morrendo. Quando a hora da morte se aproxima num hospital, não importa mais de algum querido ficar ao lado da alma que se despede deste mundo para passar para a outra dimensão. Cruelmente, o pobre doente foi completamente abandonado e fica sem o minimo conforto. A única coisa que importa, é aproveitar ao máximo dos seus órgãos, preparando urgentemente suas retiradas.

Os médicos não querem perder tempo, pois os órgãos são valiosos e, sem realmente esperar a morte da pessoa em questão que ainda está extremamente sensível a dores, a alma sofre terríveis torturas, mesmo anestesiada.

Onde estão os queridos e parentes que dão conforto com amor, que seguram a mão e passam a mão sobre a testa para facilitar a passagem? Eles foram mandados embora, porque não devem assistir aquilo que parecem cenas de matadouro. Equipes especializados cortam tudo que pode ser útil do corpo ainda morrendo para implantar em seguida em outras pessoas.

Os conhecimentos espirituais da Bíblia e a opinião dos médicos modernos

Que a alma, respectivamente o corpo da pessoa, em quais veias ainda corre sangue, podem ainda sofrer terrivelmente, mesmo quando foi constatada a “morte cerebral”, os médicos, mesmo os religiosos, não querem aceitar!

A mesma coisa vale para os especialistas da Ética religiosa, embora que consta na Bíblia: “A vida do corpo está no seu sangue.” (3. Mose 17, 11) e não: “A vida do corpo está no seu cérebro”, como os especialistas da Ética religiosa querem nos convencer!

Isso quer dizer: mesmo que os médicos constataram a “morte cerebral”, a vida do corpo ainda está “no seu sangue”, o que significa: a alma imortal ainda se encontra num corpo morrendo, ainda penetrando-o com sua respiração viva. A alma ainda não (!) se despediu do corpo e ainda está ligado a ele mediante o “Cordão de Prata”, que também e ainda é um condutor de dores.

Isso quer dizer: O doador sofre durante a retirada dos seus órgãos as mais horríveis e indescritíveis dores em consequência da ligação entre alma e corpo pelo Cordão de Prata. A anestesia não é comparável a anestesia durante uma cirurgia, se tratando de algo para a recuperação do corpo, reforçando as funções dos órgãos.

Se os médicos negam estes fatos, faca uma pergunta simples aos médicos: Vocês podem provar isso? Podem perguntar depois o doador, quais as dores ele sofreu? Se não, como eles podem saber, se o doador respectivamente a vitima não sofreu das mais terríveis dores?

Eles vão mais tarde saber isso, mas não mais neste mundo e então Deus tenha misericórdia deles. Pelo menos, eles deviam respeitado o 5. mandamento: “Não matarás.” Porem, os médicos matam pacientes já morrendo com a autorização da Igreja, pacientes que necessitaram durante estes momentos toda a assistência possível, também espiritualmente, mesmo quando não se pode medir mais nenhum sinal cerebral.

O maior peso de culpa, sem duvida, cabe a Instituição Igreja, pois ela erradicou todos os conhecimentos espirituais a respeito deste assunto – e não apenas deste assunto – durante os últimos 2.000 anos.

Continua.

Imagem: psicologiaeformacao.no.comunidades.net

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