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A Morte… e Doação de órgãos (4)

A manipulação das Igrejas em conjunto com a “Imprensa Mainstream” é tao grande e perfeito que somente as aparentes “vantagens” e “maiores conquistas da Medicina Moderna” são destacados, sem considerar possíveis sofrimentos dos doadores de órgãos que vem estudados e comprovados ultimamente!

A Doação de órgãos: um dos dramas mais cruéis do sofrimento humano. Para quem? Para o doador!

A Igreja e a Medicina de Transplantação ignoram a vida da alma imortal! Alem da inimaginável crueldade e do fato de ser homicídio e crime capital, o maior erro é a sobrevalorização da “morte cerebral” como critério, em vez de se basear no que consta na Bíblia: “A vida do corpo está no seu sangue.” (3. Mose 17, 11) e não: “A vida do corpo está no seu cérebro”, como os especialistas da Ética religiosa querem nos convencer!

Não se pode parar de repetir: Que a alma, respectivamente o corpo da pessoa, em quais veias ainda corre sangue, podem ainda sofrer dores terríveis, mesmo quando foi constatada a “morte cerebral”, e os médicos, mesmo os religiosos, não querem aceitar isso!

Isso quer dizer: mesmo que os médicos constataram a “morte cerebral”, a vida do corpo ainda está “no seu sangue”, o que significa: a alma imortal ainda se encontra num corpo morrendo, ainda penetrando-o com sua respiração viva. A alma ainda não (!) se despediu do corpo e ainda está ligado a ele mediante o “Cordão de Prata”, que também e ainda é um condutor de dores.

Isso quer dizer: O doador sofre durante a retirada dos seus órgãos as mais horríveis e indescritíveis dores em consequência da ligação entre alma e corpo pelo cordão de prata. A anestesia não é comparável a anestesia durante uma cirurgia, se tratando de algo para a recuperação do corpo, reforçando as funções dos órgãos.

Os riscos e consequências negativos para o doador são sistematicamente negados, pois o que vale é o sucesso… e logicamente o dinheiro que se pode ganhar com a medicina de transplantação. Quando alguém, um medico ou pessoal de enfermagem, deteta algum sofrimento do doador, ele não pode falar sobre isso, pois a Ética Medica proíbe tal comportamento.

As vezes porem, um ou outro caso passa pela censura e é relatado sem maiores detalhes dos testemunhas:

Uma enfermeira atenta salvou a vida de um paciente previsto para ser doador de órgãos. Antes da retirada dos órgãos, ela notou sinais vitais e que o medico responsável repentinamente deixou o quarto numa situação critica. Perguntado, o medico respondeu que ele também percebeu estes sinais vitais do doador, mas não reagiu, pois já estava com seus pensamentos com o receptor dos órgãos e a “vida nova” deste paciente que ia morrer sem os órgãos.

Quer dizer, que ele nem ia se pronunciar se a enfermeira não tivesse falado pois a vida nova do paciente receptor seria mais valioso do que o doador, pois ia pagar muito mais dinheiro.

Resultado: O doador previsto sobreviveu e escapou de uma morte muito dolorosa. Aconteceu num hospital famoso em Sao Paulo no dia 07. 04. 1994

Imagem: revistaescola.abril.com.br, transplantesnaatualidade.blogspot.com

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